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GT participa de publicação sobre quadrantes híbridos no ensino superior

Grupo educacional faz parte de grupo de trabalho da ABMES que discute a implementação de modelo que organiza as atividades de ensino-aprendizagem com uso de tecnologias

às 11h37
Artigo publicado em e-book da ABMES descreve a implementação dos quadrantes híbridos nas atividades do Grupo Tiradentes (Divulgação/ABMES)
Artigo publicado em e-book da ABMES descreve a implementação dos quadrantes híbridos nas atividades do Grupo Tiradentes (Divulgação/ABMES)
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O trabalho do Grupo Tiradentes no processo de curricularização da extensão e na hibridização do ensino está destacado em uma publicação recente da da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). O e-book “Os Quadrantes Híbridos da educação superior brasileira: guia prático com caminhos possíveis”, discute a organização das atividades de ensino-aprendizagem mediadas por tecnologias digitais, a partir de experiências adotadas por instituições e grupos educacionais que já iniciaram seus processos de implementação dos chamados “quadrantes híbridos”. 

Um dos cases apresentados na publicação é o do Grupo Tiradentes, em um artigo assinado pela diretora de Planejamento e Qualidade Acadêmica, Paloma Modesto, e pelo diretor de Operações Acadêmicas, Marcos Wandir Nery Lobão. O texto relatou a adoção dos quadrantes híbridos em dois grandes segmentos, que já estão em seu segundo ano de implementação.

O primeiro segmento é o das disciplinas híbridas dos cursos de graduação presencial, que já contam com modelos de aplicação dos percentuais de presencialidade e on-line. Nele, a estrutura de conteúdo está dividida entre o material didático on-line, disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), a interação on-line mediada pelo tutor e a interação presencial, mediada pelo professor. No modelo, a atuação do docente é essencial para planejar, coordenar, avaliar e desenvolver as atividades dos alunos, contando para isso com o apoio prestado pelo Núcleo de Desenvolvimento Estruturante (NDE). 

O outro segmento é o da curricularização da extensão, que integra as atividades de extensão aos desenhos curriculares dos cursos, a partir do componente curricular Experiências Extensionistas. O modelo leva o aluno a desenvolver habilidades profissionais e socioemocionais, aplicando o conhecimento em sala de aula em problemas reais das comunidades.

Dentro dos quadrantes híbridos, as atividades estão organizadas na variável tempo, com os níveis síncrono e assíncrono, e a variável espaço, com os níveis presencial e virtual. A combinação dos níveis resultam em quatro quadrantes: Presencial Síncrono (presença simultânea de alunos e professores em um mesmo espaço físico), Presencial Assíncrono (realização de atividades práticas pelos alunos sem a presença do professor), Virtual Síncrono (alunos e professores interagem simultaneamente, sem estarem no mesmo espaço físico) e Virtual Assíncrono (alunos acessam conteúdo digital em ambiente virtuais)”, explica o professor Wandir.

O Grupo Tiradentes é um dos participantes do Grupo de Trabalho criado pela ABMES em parceria com a edtech DreamShaper, com o objetivo de esclarecer dúvidas e aprofundar as questões decorrentes da implementação dos quadrantes híbridos, bem como reunir experiências de implementação deste modelo nas atividades das instituições de ensino superior. 

O e-book é gratuito e está disponível para ser baixado no site da ABMES Editora.

Asscom | Grupo Tiradentes
com informações da ABMES

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