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Prevenção ao suicídio e apoio profissional é tema de live

Debate mostrou a importância da busca por profissional ou serviço especializado para a prevenção do suicídio

às 19h14
Live A importância da busca do profissional e serviço especializado para a prevenção do suicídio.
Live A importância da busca do profissional e serviço especializado para a prevenção do suicídio.
A médica psiquiatra do NAPPS, Tassia Mayara.
Ana Olívia Freire Sotero de Menezes, psicóloga do Núcleo de Apoio Pedagógico e Psicossocial da Unit (NAPPS).
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Para encerrar as atividades alusivas ao Setembro Amarelo, o curso de Serviço Social da Universidade Tiradentes (Unit), promoveu a live A importância da busca do profissional e serviço especializado para a prevenção do suicídio, nesta quinta-feira, 30/09. O tema foi debatido por uma equipe de profissionais especializados nas áreas sociais.

Segundo Ana Olívia Freire Sotero de Menezes, psicóloga do Núcleo de Apoio Pedagógico e Psicossocial da Unit (NAPPS), momentos de debate sobre a vida e suas complexidades são necessários. “Todos nós temos feridas psicológicas e questões existenciais. Às vezes, essas questões podem tomar um caráter mais forte e reverter esse encaminhamento do nosso relacionamento com a vida, com o prazer e com as dificuldades”, disse.

A médica psiquiatra do NAPPS, Tassia Mayara, disse que a prevenção ao suicídio deve ser uma pauta não somente durante o Setembro Amarelo. “O suicídio é um tema bastante delicado, mas sobre o qual precisamos falar, até mesmo para quebrar alguns tabus. Hoje, é uma situação de saúde pública e algo que sempre fez parte da história da humanidade, em todas as culturas”, afirmou.

Um dos tabus que ela desmistifica é de que o suicídio não tem cara, ou seja, de que não existe uma característica ou um tipo de pessoa que seja mais propensa, mas que sim, é uma situação que sofre influências socioambientais com determinantes multifatoriais.

“O suicídio causa 1 milhão de mortes por ano no mundo. É um número que chama a atenção, sendo a 10ª causa de morte mundialmente. No Brasil, são cerca de 12 mil vítimas de suicídio por ano. Temos que lembrar também que o suicídio impacta psicologicamente nas pessoas próximas à vítima, e elas também requerem cuidados”, enfatizou Tassia.

É possível ajudar uma pessoa sob risco de suicídio encontrando um momento apropriado para conversar, acompanhá-la em sua rotina, incentivando-a a buscar um profissional que a acolha e não a deixando sozinha.

Assista a live completa no YouTube de Unit:

 

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