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Neuropsicologia em foco

Reconhecida como importante ciência, a Neuropsicologia estuda as relações entre o cérebro e o comportamento humano

às 21h20
A coordenadora da pós, professora Sabrina Barbosa e o convidado, professor Aluízio Costa
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A Coordenação de Pós-Graduação em Neuropsicologia reuniu na noite dessa quinta-feira, 7, na sala 24 do bloco F, no Campus da Farolândia, alunos e o público externo interessados em torno da palestra proferida pelo professor Aluízio Costa, intitulada “Questões da prática de avaliação e reabilitação neuropsicológica: o que fazer? Como fazer?”.

“Essa palestra foi pensada com o objetivo de divulgar o que é a Neuropsicologia, como ela atua e como se tornar um neuropsicólogo, além de passar informações acerca dessa complexidade”, explica a coordenadora do curso, professora Sabrina Barbosa Ferreira.

Segundo a docente, quando falamos em avaliação neuropsicológica, estamos trazendo as questões biológicas, psíquicas e sociais do paciente, uma vez que ele não é avaliado de forma isolada.

A professora Sabrina acrescenta que a palestra permite maior divulgação do curso ao tempo em que aproxima os alunos da pós-graduação, de modo que se tem oportunidade de estabelecer um contato direto com os testes que, sendo específicos, permitem uma melhor avaliação dos pacientes.

O palestrante foi professor e supervisor do estágio clínico da última turma de pós-graduação e hoje atua no Centro Universitário da Unit em Alagoas. Por ter acompanhado o processo de avaliações, recebeu da professora Sabrina o convite para ministrar a palestra.

“Minha intenção é abordar sobre o que fazer e como fazer na prática neuropsicológica, uma vez que as dúvidas de como a teoria funciona na prática são muito comuns entre os alunos de especialização”, esclarece o palestrante Aluízio Costa.

Segundo o professor, a dúvida mais corriqueira é quando chega o paciente no consultório e o profissional não sabe qual ferramenta utilizar. “Cada paciente tem um caso específico. Então, a escolha de baterias e técnicas para uma reabilitação vai depender muito de especificidades, mesmo sendo comum o mesmo quadro clínico”, explica o professor fazendo um comparativo com o paciente de Alzheimer. “Existem características próprias de cada paciente e como ele está na fase da sua doença. Isso vai requerer do profissional uma expertise”, justifica.

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