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Pesquisas em petróleo

Unit, ITP e Petrobras inauguram novo laboratório em Sergipe

às 18h57
Sergipe passa a contar com o Laboratório de Prevenção e Controle de Incrustação. O LPCI foi inaugurado na manhã da última sexta-feira, 7 de agosto, fruto de uma parceria entre a Universidade Tiradentes – Unit –, o Instituto de Tecnologia e Pesquisa – ITP – e a Petrobras. O investimento é de aproximadamente R$1,8 milhão. Instalado no prédio do Núcleo de Estudos em Sistemas Coloidais – NUESC –, o laboratório tem como objetivo estudar o processo de incrustação de sais provenientes de água na indústria do petróleo, e a eficácia dos processos inibidores do fenômeno de incrustação.
Placa de inauguração do LPCI foi descerrada pelo professor Uchôa e membros do CENPES/Petrobras (Foto: Marcelo Freitas/Asscom/Unit)
Placa de inauguração do LPCI foi descerrada pelo professor Uchôa e membros do CENPES/Petrobras (Foto: Marcelo Freitas/Asscom/Unit)
Membros da UNIT, ITP/NUESC e convidados para a solenidade de inauguração do Laboratório de Prevenção e Controle de Incrustação (Foto: Marcelo Freitas/Asscom/Unit)
Prof. Dr. Cláudio Dariva apresenta equipamentos do LPCI à Roberto Carlos Gonçalves (Foto: Marcelo Freitas/Asscom/Unit)
Reitor da Unit foi anfitrião do evento (Foto: Marcelo Freitas/Asscom/Unit)
Gerente de Elevação e Escoamento do CENPES/Petrobras/Rio de Janeiro, Roberto Carlos Gonçalves de Oliveira
Leonardo Maestri: “Estou extremamente orgulhoso de todos” (Foto: Marcelo Freitas/Asscom/Unit)
Cláudio Dariva, coordenador do LPCI, prestou esclarecimentos sobre a nova unidade do ITP (Foto: Marcelo Freitas/Asscom/Unit)
Professor Uchôa: “Sinto-me engrandecido em presenciar mais este passo da nossa instituição” (Foto: Marcelo Freitas/Asscom/Unit)
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No âmbito acadêmico o LCPI vai possibilitar os estudos aprofundados desse fenômeno, desde o surgimento até a resolução. Por ser a incrustação um problema que aflige a indústria petrolífera nas mais diversas etapas, será possível aos profissionais do laboratório manter um relacionamento com o setor produtivo do petróleo.

“Sinto-me engrandecido em presenciar mais este passo da nossa instituição. Conveniar com uma empresa como a Petrobras é, para mim, o atestado de que estamos no caminho certo à procura da qualidade, da pesquisa. Estamos recebendo a confiança da maior empresa do País para que possamos aumentar nossa contribuição em favor do desenvolvimento dela”, declarou o reitor da Universidade Tiradentes, o professor Jouberto Uchôa de Mendonça.

Ele foi o anfitrião da solenidade, que contou com a presença do diretor-presidente do ITP, Leonardo Maestri Teixeira; do coordenador do escritório de projetos do Instituto, Cleverton de Santa Rita; do professor doutor Cláudio Dariva, coordenador do LPCI; e do gerente de Elevação e Escoamento do CENPES/Petrobras/Rio de Janeiro, Roberto Carlos Gonçalves de Oliveira. Professores/pesquisadores do ITP/Unit, acadêmicos ligados à instituição, representantes da Petrobras local, de entidades de fomento à pesquisa, a exemplo da Fapitec, e de algumas empresas parceiras do ITP também prestigiaram o evento.

Todo caminho percorrido até a inauguração foi explicitado pelo professor Claudio Dariva, que também falou um pouco sobre a estrutura do Nuesc e de alguns projetos em andamento. Para o diretor-presidente do ITP, Leonardo Maestri, a chegada de mais um laboratório à instituição é a prova de que o trabalho desenvolvido pelos pesquisadores está seguindo o caminho correto.

“Cada vez que viajo e faço a apresentação dos dados consolidados do ITP, como por exemplo, o volume de convênios, os projetos desenvolvidos e os resultados obtidos por nossos pesquisadores, as pessoas ficam encantadas com o quão prolífico é nosso grupo. Estou extremamente orgulhoso de todos e só tenho que parabeniza-los por mais essa conquista”, declarou Leonardo Maestri.

Parceria forte

O presidente do Instituto de Tecnologia e Pesquisa também fez questão de enfatizar que a inauguração de mais um laboratório é, ainda, fruto de uma visão empreendedora do Grupo Tiradentes, que em 2010, quando da inauguração do Nuesc, decidiu construir o pavimento superior mesmo sem ter uma destinação específica para o espaço. “Hoje, cinco anos depois, já contamos com dois laboratórios. E que venham outros”, disse.

E no que depender do bom relacionamento, e mais ainda, dos excelentes resultados obtidos nas pesquisas desenvolvidas, esse desejo pode sim tornar-se realidade num curto espaço de tempo. E o que dá embasamento para tanto são as informações passadas por Roberto Carlos Gonçalves, de que os investimentos em pesquisa e desenvolvimento da Petrobras em Sergipe, ao longo dos últimos nove anos, mais que triplicaram com a implantação da verba de participação especial.

“Estou há 28 anos na Petrobras e sempre trabalhei na área de pesquisa, porque acredito nela como uma fonte de desenvolvimento do país, não só para nós, da Petrobras. Todo o investimento que a Petrobras fez em pesquisa, direta ou indiretamente, seja através do produto gerado, da tecnologia implantada ou da formação e capacitação do brasileiro está sempre gerando benefício para nós também”, explicitou o membro do Cenpes.

 

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