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Alunos de Fisioterapia prestam atendimento para servidores da PRF

Parceria contempla sessões nas segundas, quartas e sextas para funcionários e policiais da ativa sob supervisão do professor Lucas Gama

às 18h28
Professor Lucas Gama
Professor Lucas Gama
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A Universidade Tiradentes, representada por estudantes do curso de Fisioterapia, firmou parceria com o Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado de Sergipe (SINPRF-SE) e a Superintendência Regional de Polícia Rodoviária Federal (SPRF-SE). O objetivo é oferecer aos servidores e policiais da ativa, um atendimento em campo sob supervisão do Professor Lucas Gama. 

Os alunos da instituição são contemplados por essa parceria através da realização de atividades práticas que alinham o conhecimento adquirido em sala de aula com o bem estar dos servidores da Polícia Rodoviária. Os atendimentos ocorrem na sede do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) nas segundas, quartas e sextas pelo horário da manhã. São atendidos por volta de 27 funcionários por semana, em um espaço equipado para um atendimento Traumato-Ortopédico, voltado para a prevenção e para o tratamento de doenças e disfunções relacionadas a ossos, músculos, articulações e ligamentos. 

Focando também no processo de reabilitação de traumas, fraturas, entorses ligamentares, amputações e lesões musculares. Com duração de 50 minutos por sessão e utilizando macas, bolas, resistências elásticas e outros aparelhos, o professor Lucas Gama explica que os alunos estão contribuindo de forma significativa para a melhora da qualidade de vida desses servidores. Além disso, durante a avaliação feita pelos jovens profissionais, foi identificado e reportado para Superintendência de Saúde muitos servidores com quadros de ansiedade e depressão que também causam diversos problemas musculares, atrapalhando no desenvolvimento da função diária desses trabalhadores.

 “Muitos funcionários já alegaram que o desempenho diário e as demais funções exercidas durante o trabalho melhoraram significativamente após as sessões com os nossos estudantes e os nossos alunos também puderam perceber, em atividades de campo, como o fardamento desses profissionais é pesado, chegando a adicionar quase 10kg durante todo tempo do turno de trabalho, impactando na agilidade e causando maiores queixas de dores e problemas fisioterápicos”.

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