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Mestranda propaga como as cidades são transformadas pelas novas tecnologias

A mestranda em Direitos Humanos e egressa de Direito da Unit, Letícia Cruz, iniciou sua carreira acadêmica na iniciação científica

às 21h32
Mestranda Letícia Cruz fez iniciação científica na Unit
Mestranda Letícia Cruz fez iniciação científica na Unit
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A vida acadêmica da mestranda em Direitos Humanos pela Universidade Tiradentes (Unit), Letícia Cruz, teve início ainda na graduação ao ser selecionada como aluna pesquisadora da Iniciação Científica (IC). Sua pesquisa tem como objeto de estudo saber como as cidades e os seus moradores são afetados através das novas tecnologias e os impactos gerados no Direitos Humanos.

A Iniciação Científica foi a porta de entrada para o início da caminhada na carreira acadêmica de Letícia Cruz. “A IC contribuiu imensamente para a obtenção de um olhar mais investigativo, pois a partir das pesquisas oportunizadas na Universidade obtive um melhor aprimoramento nas técnicas metodológicas e senso crítico. Consegui combinar as abordagens quantitativas e qualitativas, sendo capaz de identificar dados relacionados à problemática envolvendo as Tecnologias Inovadoras e os Direitos Humanos, visando a checagem dos novos desafios atribuídas a essa relação”, diz.

“Os passos iniciais na investigação científica surgiram a partir da minha participação ativa durante as aulas, monitorias acadêmicas e nos grupos de pesquisa, especialmente o Grupo de Pesquisa ‘Novas Tecnologias e Impacto nos Direitos Humanos’, liderado pelo professor doutor Diogo Calasans, de modo que pude desenvolver e apresentar trabalhos científicos em congressos a nível nacional e internacional”, conta Letícia.

Segundo a pesquisadora, desenvolver trabalhos nessa área ajudam a entender como as novas tecnologias modificam o dia a dia da cidade. “O avanço das novas tecnologias vem influenciando na transformação da cidade, o que acaba por agravar diferentes realidades no país e nos leva a pensar na carência de uma integração sociodigital efetiva. Assim, a pesquisa IC articulou o mapeamento de projetos e implementações a partir de políticas públicas de iniciativas tecnológicas e seu subsídio ao desenvolvimento humano”, explica.

Letícia lembra que a escolha de estudar essa temática vem da necessidade de ter dados sobre questões contemporâneas que influenciam no processo de ordenação do espaço urbano. “Trago em minhas pesquisas a discussão do déficit de moradia no país para além da ausência de um teto, pois inviabiliza a proteção à dignidade da pessoa humana e o fomento à inclusão sociodigital. Assim, diante do desenrolar das tecnologias inovadoras, busca-se problematizar a reestruturação de um modelo ‘inteligente’ de cidade que tende a segregar digitalmente as camadas mais abastadas da população”, pontua.

Um dos marcos importantes, para Letícia, em sua caminhada acadêmica é ter a oportunidade de participar das discussões do Plano Diretor de Aracaju. “Este processo permite que a sociedade e nós pesquisadores possamos somar com as possibilidades de compor uma sociedade igualitária e justa. Para poder contribuir, tenho acompanhado pelo site da Prefeitura de Aracaju os trâmites do projeto, participado das audiências públicas e sempre que posso busco levantar pontos relevantes, principalmente quanto aos caminhos para a formação de uma cidade inteligente em Aracaju”, afirma.

 

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