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O autoconhecimento como ponto de partida para desenvolver o autocontrole

O professor do curso de Psicologia da Universidade Tiradentes, José Marcos, dá algumas dicas para o desenvolvimento dessa habilidade

às 20h22
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Não é novidade que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e volátil. Dentro desse universo, há variados perfis profissionais e pessoais, além de diversos modos de pensar. Ter e dominar o autocontrole é um dos desafios. Atualmente, essa é uma das características desejáveis para identificar líderes e profissionais de alta performance. 

O autocontrole é uma habilidade que capacita a pessoa a gerenciar bem seus sentimentos e impulsos. O professor do curso de Psicologia da Universidade Tiradentes, José Marcos, explica que, diante do cenário de trabalho ou até mesmo pessoal, pode haver um momento em que a pessoa se deparará com uma situação que a colocará à prova. 

“Sejam dilemas éticos, uma relação profissional ruidosa com um colega de trabalho ou com o próprio chefe e assim por diante. De modo que dominar os seus impulsos emocionais podem garantir que não apenas o seu desempenho profissional seja satisfatório, mas pode contribuir com o seu bem estar. Me conhecer e conhecer como eu respondo a determinadas situações pode me fazer filtrar situações que em um primeiro momento possam ser desconcertantes, assim como também permitir que eu me prepare”, alerta o professor José Marcos. 

Como conquistar o autocontrole?

O professor de Psicologia da Unit garante: “Autocontrole é algo difícil de ser conquistado”. A Psicologia aponta alguns processos sendo primordiais para a aquisição desse estado. O autoconhecimento pode ser considerado como o ponto de partida. Segundo o professor José Marcos, cada pessoa leva seu próprio tempo e deve respeitar o progresso.

“Começa no processo de autoconhecimento, eu preciso me conhecer, saber até onde eu vou, quem eu sou e o que quebra o meu equilíbrio. Eu preciso entender quais são minhas limitações e quais os atravessamentos que mais me causam angústia. A psicoterapia entra aqui como uma ferramenta importantíssima.  A partir desse momento, quando eu conheço qual ou quais as minhas kryptonitas, eu posso trabalhá-las e, como consequência, desenvolver o meu autocontrole. Então, em resumo, o autocontrole vem do processo de autoconhecimento, saber os meus limites me ensina a trabalhar as minhas limitações”, destaca o professor de Psicologia da Unit. 

Contudo, adquirir o autocontrole não é tão fácil. A Psicologia não tem uma “receita” para isso. “Seria ótimo se existisse, mas como costumo falar para os meus alunos: viver não é uma receita de bolo. Somos diferentes, pensamos diferentes, nos desenvolvemos de maneiras diferentes e por consequência evoluímos e respondemos de maneiras diferentes a situações iguais. Mas se eu puder apostar em dois elementos que talvez não sirvam de receita, mas sirvam de um norte : psicoterapia e autoconhecimento”, argumenta o professor José Marcos. 

Como forma de auxiliar o processo, o professor faz algumas orientações. A primeira delas é investir em autoconhecimento, respeitando seu tempo e seu progresso. A segunda, a busca de terapia, com profissionais capacitados. A terceira é quanto à construção de uma boa rede de apoio, seja pela família, por amigos ou por ambos. E a quarta são técnicas de meditação, buscando olhar para dentro. Assim, se torna possível começar um caminho para desenvolver o autocontrole no âmbito pessoal e profissional. 

 

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