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Pandemia impacta atividades educacionais

Tema foi debatido por em evento on-line, promovido pelo polo Propriá da Universidade Tiradentes no canal do Youtube da Instituição

às 22h53
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Máscara e distanciamento social não são os únicos impactos causados pela pandemia do novo coronavírus na educação. Suspensão de aulas, ensino remoto, desigualdade entre rede privada e pública também integram a lista de problemas na área educacional.

Esses temas foram debatidos por especialista em evento on-line, promovido pelo polo Propriá da Universidade Tiradentes no canal do Youtube da Instituição.

O coordenador do polo de Propriá, Bruno Silva, e o ex-secretário de Educação e professor da rede estadual, Rafael Sandes foram palestrantes.

O debate iniciou chamando atenção para o quantitativo de alunos fora da sala de aula com a pandemia: cerca de 40 milhões de crianças e de jovens. Para ele, o contexto pandêmico trouxe uma realidade que precisará ser discutida pós-pandemia.

“A pandemia e o isolamento mostraram o fosso que existe entre rede particular e privada. A grande maioria dos alunos teve a aprendizagem comprometida porque não conseguem acompanhar a educação remota, sem acesso à internet, computadores, tablet. As dificuldades são inúmeras, vão do local que se assiste à aula ao acompanhamento da família”, afirmou.

Ele pontuou as dificuldades dos professores, que não eram capacitados para ensino remoto, a exemplo do manuseio de plataformas digitais e do preparo de aula on-line.

“Não vamos ter a escola que tínhamos antes. Esse modelo existe há 200 anos, arcaico e que já estava em discussão. A pandemia nos exige reflexões sobre a escola, que forma o sujeito e a obrigação do professor é fazer com que o conhecimento chegue a todos. A aula remota dificultou isso por conta da dificuldade do retorno do aluno e da não adaptação das escolas”.

 

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