Atualizar, organizar e dar fluidez aos processos internos pode parecer uma tarefa técnica e até monótona para algumas equipes. Mas e se tudo isso fosse feito de forma leve, divertida e com espírito de competição saudável? É essa a proposta do “Play nos Processos”, um projeto gamificado da Universidade Tiradentes (Unit) que visa revisar, padronizar e divulgar os processos internos com engajamento e colaboração das áreas administrativas e financeiras.
Coordenado pela Gerência de Proteção de Dados e Processos (GPDP), o projeto acontece de maio a novembro deste ano e envolve etapas com desafios, pontuações, ranqueamento entre áreas e premiação aos destaques. O público-alvo são os colaboradores das áreas administrativas e gestores das diversas unidades do Grupo Tiradentes, especialmente aqueles que enfrentaram mudanças recentes nos sistemas internos. O jogo começa oficialmente após a publicação do regulamento via comunicação interna.
De acordo com Suzan Kelly Oliveira, gerente da GPDP e idealizadora da iniciativa, o “Play nos Processos” surgiu como uma resposta prática e estratégica às mudanças estruturais enfrentadas pela instituição. “Estamos substituindo os sistemas de backoffice e acadêmico, o que naturalmente demanda uma atualização dos processos internos. A proposta do jogo é transformar esse momento de adaptação em algo mais leve, engajante e eficiente, garantindo que os processos reflitam as novas práticas organizacionais”, explica.
Competição entre subáreas
Segundo a gestora, a segunda edição do jogo traz novidades que tornam a dinâmica ainda mais próxima da realidade de cada setor. “Este ano, a competição será entre subáreas de um mesmo setor, com foco nos processos específicos de cada uma. A ideia é fomentar o protagonismo das equipes e descentralizar o conhecimento. Os processos são bens intangíveis, não podem ficar restritos a poucos colaboradores. Quando estão bem documentados e atualizados, beneficiam toda a organização”, destaca.
O projeto está estruturado em seis etapas principais:
- Engajamento
- Comprometimento
- Construção Colaborativa
- Integração
- Pontuação
- Reconhecimento
A primeira atividade é o Workshop de Engajamento, que acontece no dia 06 de junho, onde as equipes participantes serão oficialmente apresentadas ao desafio e convidadas a ingressar na sala virtual do projeto, no Google Classroom.
A grande aposta do “Play nos Processos” está na gamificação, estratégia que utiliza elementos de jogos para estimular comportamentos positivos no ambiente de trabalho. “Estamos aplicando técnicas como pontuação, rankings, badges, níveis de progressão e feedback imediato. O informativo interno será nosso ‘placar’ mensal para mostrar o desempenho de cada área, criando uma motivação constante. Ao final do ciclo, os setores com maior pontuação serão reconhecidos institucionalmente e receberão prêmios”, detalha Suzan.
Benefícios práticos
Mas além da diversão e do reconhecimento, os impactos esperados são bastante concretos. “A padronização traz consistência e qualidade nos serviços prestados, facilita o treinamento de novos colaboradores, reduz retrabalho e promove eficiência. Além disso, fortalece a transparência, a responsabilização e a tomada de decisão. Tudo isso contribui para um ambiente de trabalho mais organizado e alinhado às estratégias institucionais”, afirma a gerente.
Ao transformar uma tarefa técnica em um desafio colaborativo e competitivo, o “Play nos Processos” mostra que a inovação nos bastidores também pode ser motivadora. Para Suzan, o maior ganho é cultural. “Mais do que revisar documentos, estamos promovendo uma mudança de mentalidade sobre como enxergamos nossos processos e o papel de cada colaborador na melhoria contínua. E quando todo mundo joga junto, todo mundo ganha”, finaliza.
Para acessar o regulamento basta acessar o link.
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