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Práticas virtualizadas suprem ausência de professor em sala de aula

Para que a virtualização ocorra de forma produtiva e respeitando cada objetivo de aprendizagem inerente aos componentes curriculares, serão utilizados os melhores recursos tecnológicos.

às 19h03
A acadêmica de Arquitetura, Maria Luysa
A acadêmica de Arquitetura, Maria Luysa
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Em relação à virtualização das disciplinas práticas, é preciso esclarecer um aspecto importante que diz respeito a uma característica fundamental que toda disciplina pode ter, que é uma dimensão prática dentro dos conteúdos previstos a serem desenvolvidos.

“Estamos virtualizando a dimensão prática desses componentes curriculares, em especial aqueles conteúdos que não precisam da necessidade de um equipamento específico para o seu desenvolvimento, que não precisam de um espaço específico de laboratório para a execução das suas atividades”, esclarece Michelline  Roberta, pedagoga da Pró-reitoria de Graduação da Unit.

Ela salienta que a decisão de virtualizar os conteúdos foi tomada a partir das consultas feitas a cada um dos professores, por serem eles os profissionais com expertise para definir o que é, ou não, possível de ser virtualizado dentro do atual componente curricular. Desta forma, estão assegurados aos alunos os objetivos de aprendizagem de todas as disciplinas priorizando sempre os objetivos de aprendizagem, as competências as serem desenvolvidas e tudo aquilo que é possível de ser realizado dentro desse momento de excepcionalidade.

Michelline considera importante ressaltar que todas as orientações dadas às coordenações, aos professores e aos seus respectivos Núcleos de Desenvolvimentos Estudantis – NDEs respeitem o perfil de cada curso e de cada área, bem como o que prevê a legislação. E, principalmente, nesse momento de pandemia, respeitando as orientações do Ministério da Educação e do Conselho Nacional de Educação.

A pedagoga destaca também que a virtualização dos componentes de dimensão prática nas disciplinas ocorre para reduzir ao máximo os efeitos da pandemia no que se refere à continuidade das atividades letivas.

“Para que isso ocorra de forma produtiva, priorizando cada objetivo de aprendizagem que esses componentes curriculares tenham, cada uma das competências previstas a serem integralizadas, é que será feito aquilo que de melhor a tecnologia possa nos oferecer”, acrescenta Michelline.

Ela lembra que a Universidade Tiradentes é referência no Google e tem sido destaque na virtualização dessas atividades, e não será diferente nesse momento.

“A nossa prioridade é primar pela qualidade naquilo que fazemos, nas atividades que estão sendo virtualizadas e nos processos de ensino e aprendizagem que ocorrem em cada um dos cursos e em cada uma dessas disciplinas”, conclui.

“Encontramo-nos com o professor pelo computador, e, numa sala privada, cada aluno apresenta o seu projeto e recebe uma resposta sobre o que deve ser alterado. Até agora tem ido tudo muito bem, apesar de se algo totalmente diferente do que estamos acostumados. Não senti um impacto tão grande por não ter a presença do professor, uma vez que ele nos dá todo o apoio necessário”, argumenta a acadêmica de Arquitetura Maria Luysa Simões da Costa, que cita como exemplo de virtualização a disciplina prática Ateliê de Projetos Verticais. 


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