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Semestre letivo inicia com 100% de presencialidade para estudantes de Medicina

Para as alunas Maria Eduarda, Victória e Amandha Victória, retornar à universidade é um momento de reencontro e novas experiências.

às 19h58
Estudantes de medicina retornam à presencialidade no campus Farolândia.
Estudantes de medicina retornam à presencialidade no campus Farolândia.
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O semestre letivo para os alunos do curso de Medicina da Universidade Tiradentes (Unit) iniciou a todo o vapor. Desde o dia 31 de janeiro, os estudantes retornaram ao campus Farolândia com 100% da presencialidade. O novo semestre é de reencontros com os colegas, readaptação e expectativas de muito aprendizado pela frente.

De acordo com a estudante Maria Eduarda Cursino, voltar às aulas presenciais está sendo um momento para reencontrar os colegas e aprimorar o aprendizado. “Estar longe fez com que nos afastássemos dos nossos amigos. Por isso, estou feliz em voltar, pois estava sentindo falta dessa energia mais próxima, de ter companheiros e pessoas para conversar até mesmo entre uma aula e outra, e estar ali acompanhando mais de perto”, disse.

“A volta das aulas em si eu acho que é produtiva porque nos deixa mais focados nas matérias e nos conteúdos. É a prática que faz com que nós aprendamos e fixemos melhor o conteúdo”, acrescentou a estudante.

A aluna Victória Silveira Abril concorda com a colega no que diz respeito ao retorno presencial. “Isso com certeza foi ótimo. Apesar da universidade ter oferecido todo o recurso para as aulas online, o curso de Medicina é muito prático. Então, ficou uma lacuna durante o período em que não estava podendo ter aulas presenciais. Com essa volta, estamos passando por um tempo de readaptação, que se torna mais cansativo, mas é o mais eficiente para nossa formação”, salientou ela.

Para a acadêmica Amandha Victória Rodrigues, a interrupção das aulas presenciais no início da pandemia de covid19 não foi fácil. “Quando tive que parar de vir para a universidade, que era o ambiente para onde eu mais ia, foi difícil. Agora que ver voltando ao normal é muito cativante. Não crescemos sozinhos. Crescemos, sempre acompanhados de outras pessoas, por exemplo, os amigos com quem compartilhamos conhecimento e apoio emocional”, contou.

“Ao voltar presencial, conseguimos conectar os conhecimentos teóricos e práticos juntamente em um único período. O que não acontecia durante a pandemia, quando víamos primeiro o conteúdo teórico e depois o prático. Agora, vemos tudo conjugado”, continuou Amandha.

O sonho por Medicina

A escolha de Maria Eduarda por medicina aconteceu por meio de uma análise das opções dos cursos de graduação. “Eu vi que o que mais encaixava com o meu plano de vida era medicina. Era uma área que eu gostaria de seguir o estilo de vida e também saber que eu poderia ajudar pessoas como eu fui ajudada durante a minha vida. Isso me chamou atenção e me fez querer seguir”, disse.

Ao entrar na universidade, algumas áreas já lhe interessavam, mas no decorrer do curso se surpreendeu com outras especialidades. “Eu acredito que vai mudar muita coisa ainda. Eu não tenho nada definido quanto à especialidade. Tenho muita coisa para aprender, então estou bem curiosa, com a expectativa bem alta que de agora em diante vão ser novas experiências e mais experiência em centro cirúrgico, uma das áreas que ainda não tinha visto”, contou Maria Eduarda.

Já para Victoria, o sonho de fazer medicina vem de longe. Desde criança ela imaginou ser pediatra ou ginecologista, mas agora ela aspira ser anestesiologista. “A cada período que passa, graças à universidade, à disponibilidade dos professores que sempre estão dispostos a mostrar a prática junto com a teoria e a metodologia que a universidade oferece, eu tenho a confirmação desse meu sonho”, afirmou.

A decisão de Amandha também foi influenciada por acompanhar de perto a rotina médica. “Muitas vezes eu pensava assim: ‘meu Deus, uma profissão muito bonita’. Na época do vestibular eu tive dúvida porque a maioria na minha família é da área de Direito e eu queria algo totalmente diferente, que era medicina. Eu tentei buscar algo que me fazia bem. Como eu vi que os médicos fizeram tanto pela minha família, comecei a investigar e no final de tudo, decidi que era medicina que iria me proporcionar o melhor, a felicidade”, revelou Amandha.

 

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