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A evolução do PPGD

Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos da Unit cresce em qualidade de pesquisas e ganha espaço internacional

às 14h20
O Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos da Universidade Tiradentes vive um momento importante de consolidação e expansão. O curso de mestrado foi aprovado pela Capes em 2012 e ofereceu a primeira turma em 2013, atendendo a uma demanda reprimida, principalmente no Nordeste. “Por isso cumpre importante papel não somente no âmbito acadêmico, mas também no campo social e jurídico da região”, observa a professora doutora Liziane Paixão, coordenadora do PPGD.
O espanhol Hermosa entre as professoras Gabriela Maia Rebouças e Liziane Paixão
O espanhol Hermosa entre as professoras Gabriela Maia Rebouças e Liziane Paixão
Mestrado em Direitos Humanos está na terceira turma Foto: Marcelo Freitas/Asscom/Unit)
Docente da Universidade de Sevilha ministra palestra na Unit (Foto: Marcelo Freitas/Asscom/Unit)
Luis Eduardo apresentou dissertação da Espanha, por videoconferência Foto: Marcelo Freitas/Asscom/Unit)
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Liziane também ressalta a qualidade das pesquisas desenvolvidas no mestrado que atualmente está na terceira turma. “Entre os 14 discentes da turma de 2013 foram disponibilizadas quatro Bolsas da Capes; para os 15 discentes da turma de 2014 esse valor aumentou e o programa conta com seis mestrandos com bolsas Capes e Fapitec. Já entre os 15 discentes da turma de 2015, cinco possuem bolsa Capes”, ilustra.

No que diz respeito a produção bibliográfica dos docentes e discentes do Mestrado em Direitos Humanos, em 2013 foram publicados 124 produtos entre livros, capítulos de livros, artigos em periódicos e em anais de eventos. Deste número, 41 foram com discentes e 83 dos docentes. “Em 2014 o total de produção foi ampliado para 299 produtos”, mensura a professora Liziane Paixão.

Editais

Em 2014 foram aprovados diversos projetos com financiamento de agências de fomento. Dois no Programa de Estímulo a Mobilidade e ao Aumento da Cooperação Acadêmica da Pós-Graduação em Sergipe (Promob), no Edital Capes/Fapitec-SE nº. 08/2013; um projeto no Programa de Estímulo ao Aumento da Efetividade dos Programas de Pós-Graduação em Sergipe (Proef), no Edital Capes/Fapitec-SE nº. 09/2013; um projeto no Programa de Auxílio ao Pesquisador para Publicação Científica, no Edital Fapitec-SE nº. 10/2014; foram concedidas duas bolsas de mestrado no Edital FAPITEC/SE nº. 03/2014; um Pedido de Bolsa para Pesquisador Sênior e um projeto no Edital Universal.

Internacionalização

O momento agora é de estreitar as relações internacionais. “Durante os primeiros anos do Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos, nós procuramos consolidar as relações com parceiros nacionais. Desde 2014 trabalhamos para ampliar essas relações com as universidades estrangeiras. A Universidade de Sevilha, na Espanha, é um bom exemplo. Já vem sendo parceira do mestrado desde o ano passado”, destaca a professora Liziane.

O exemplo mais recente desta parceria com a Universidade de Sevilha foi a vinda, neste semestre, do doutor Antonio Hermosa Andújar, tradutor de renomadas obras de filosofia e política e diretor da Revista Iberoamericana de Filosofia, Política y Humanidades  (Revista Aracauria) da qual a Universidade Tiradentes é parceira.  O professor Andújar ministrou a aula inaugural da terceira turma do mestrado e falou sobre “El (proto) nacionalismo de Maquiavelo y Rousseau Y sus repercusiones en la Politica”.

Outro exemplo da forte parceria do PPGD com a instituição espanhola vem de 2014. A professora Liziane Paixão  organizou um monográfico da revista Araucaria sobre novas tecnologias, direitos humanos e desenvolvimento sustentável. O material será publicado ainda em 2015. “Além disso, nós tivemos dois alunos que ficaram estudando durante seis meses na Espanha, isso mostra esse momento de ampliação do espaço em que esses debates são feitos”, diz a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos da Unit.

Um desses alunos foi Luis Eduardo Oliveira. Ele desenvolveu sua dissertação sobre direito à saúde no sistema prisional em Sergipe e passou um tempo pesquisando na Universidade de Sevilha. Inclusive, apresentou o trabalho final direto da Espanha, por videoconferência. “É uma experiência realmente gratificante, pois você tem contato com outra forma de encarar o ensino crítico dos Direitos Humanos e consegue entender realidades diferentes”, comenta.

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