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Iniciação Científica abre portas para a pesquisa e impulsiona carreiras desde a graduação

Programa incentiva alunos a desenvolverem espírito investigativo, aprofundar conhecimentos e participar ativamente da construção do saber

às 20h33
Banco de imagens da Unit
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A trajetória universitária é um período de descobertas e aprofundamento de conhecimentos. Entre as diversas oportunidades que surgem, a Iniciação Científica (IC) se destaca como um programa fundamental, capaz de transformar a experiência acadêmica e abrir portas para o futuro profissional. Mas afinal, o que é a Iniciação Científica e qual a sua real importância?

Trata-se de um programa que oferece aos estudantes de graduação a oportunidade de desenvolver atividades de pesquisa científica, orientados por professores experientes e vinculados a grupos de pesquisa da instituição. Ao participar da Iniciação Científica (IC), o aluno aprende a investigar problemas, propor soluções, analisar dados e apresentar resultados, exercitando o pensamento crítico e a curiosidade científica, habilidades fundamentais para qualquer carreira.

As bolsas de iniciação científica, como as do renomado Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), surgiram com a criação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em 1951, sendo o PIBIC criado especificamente em 1989. Desde então, a IC tem crescido exponencialmente, consolidando-se como um pilar na formação acadêmica brasileira.

IC na Universidade Tiradentes 

Na Universidade Tiradentes (Unit), o Programa de Iniciação Científica é uma das principais portas de entrada para quem deseja se envolver com a pesquisa ainda na graduação. Ao ingressar, o estudante participa de projetos relevantes, que podem gerar artigos publicados em periódicos científicos, apresentações em congressos e até patentes ou soluções aplicáveis na sociedade.

Por exemplo, o egresso do curso de Direito Thyerrí José Cruz Silva dedicou-se à pesquisa sobre a atuação do Comitê Europeu para a Proteção de Dados (CEPD) e decisões proferidas pelo Tribunal de Justiça da União Europeia em proteção de dados. Sua pesquisa contribuiu para entender como as teses jurídicas europeias podem ser úteis para a efetividade da LGPD brasileira.

Outro caso de destaque é o da egressa de Jornalismo Fernanda Santiago, que participou de um projeto para propor um novo modelo de visualização de dados para o software webQDA, em parceria com a Universidade de Aveiro, em Portugal. Sua experiência a levou a considerar seguir a carreira científica, inclusive com planos de mestrado.

Na área da saúde, Bianca Lopes, egressa de Ciências Biológicas, iniciou sua jornada na pesquisa estudando a esquistossomose. Já Felipe Santos Rocha, de Biomedicina, desenvolveu um projeto focado na análise do sinergismo do extrato de aroeira-do-sertão associado à gentamicina frente à bactéria S. aureus, investigando a atividade de extratos de plantas contra diferentes tipos de bactérias. 

Esses projetos, entre muitos outros, demonstram como a iniciação científica pode ampliar a formação dos alunos e gerar impactos reais fora da universidade. Além disso, quem participa da IC costuma sair na frente em processos seletivos para mestrado, doutorado e outras oportunidades acadêmicas.

Como participar 

Se você se interessou e deseja fazer parte desse universo, a Unit facilita o processo! Os estudantes interessados devem preencher um formulário de cadastro online. Essa lista de interessados é disponibilizada para que os professores orientadores possam entrar em contato e dar prosseguimento ao processo seletivo para inclusão dos alunos em projetos de pesquisa já aprovados em edital. É importante lembrar que o cadastro no formulário é o primeiro passo, mas não garante a inclusão automática no PROBIC/Unit.

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