ESTUDE NA UNIT
MENU
Menu Principal

Pesquisa de Ingressantes 2026.1 amplia escuta institucional e orienta ações na Unit

Levantamento da CPA ocorre de 02 a 22 de março e busca compreender perfil, trajetórias e expectativas dos novos estudantes da universidade

às 19h43
Compartilhe:

Com o objetivo de fortalecer a política de avaliação institucional e orientar decisões acadêmicas com base em dados concretos, a Universidade Tiradentes (Unit) iniciou a Pesquisa de Ingressantes 2026.1. A iniciativa é conduzida pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) e está disponível de 02 a 22 de março, de forma totalmente online, clicando aqui.

Voltada para estudantes presenciais e da Educação a Distância (EAD), a pesquisa busca mapear o perfil acadêmico, as condições de estudo e as expectativas profissionais dos ingressantes. As informações coletadas subsidiam coordenações e setores institucionais na formulação de estratégias pedagógicas, ações de apoio e planejamento ao longo do curso.

Segundo Antônio Minoru, presidente da CPA, o novo modelo amplia o alcance da escuta institucional ao ir além de dados demográficos. “É uma pesquisa que busca entender quem é o novo estudante que chega à Unit. Implementamos um formato que nos permite conhecer melhor tanto os calouros quanto aqueles que estão retomando os estudos após um longo período fora das Instituições de Ensino Superior”, afirmou.

Novo formato

De acordo com Minoru, a reformulação da pesquisa marca a transição de um levantamento restrito a dados demográficos para um diagnóstico mais abrangente do perfil do estudante. A proposta agora é compreender como ele aprende, quais competências já desenvolveu, que talentos traz consigo e quais são suas metas profissionais. “Ao entender quem é esse aluno desde o ingresso, conseguimos não apenas planejar melhor as ações acadêmicas, mas também acompanhar, ao longo do tempo, o impacto da formação oferecida pela Unit”, explicou.

O questionário reúne informações que vão desde a formação no ensino básico, incluindo o desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), até aspectos que podem interferir diretamente na permanência e no desempenho acadêmico, como deslocamento até o campus ou polo, condições de renda, saúde mental, acessibilidade e necessidade de suporte psicossocial. Também são abordadas tendências atuais, como o uso de inteligência artificial nos estudos e preferências de aprendizagem.

Além disso, a pesquisa considera a trajetória anterior e as expectativas futuras do ingressante, seja para empreender, seguir carreira científica, crescer profissionalmente ou mudar de área. Esse conjunto de dados permite à instituição atuar de forma mais preventiva, estruturando práticas pedagógicas e ações de apoio alinhadas à realidade e aos objetivos de cada estudante.

Aplicação e impacto

O questionário é dividido em seções temáticas e pode ser respondido em cerca de seis minutos. A participação é voluntária, mas considerada fundamental para o planejamento institucional. “Esta é uma ferramenta para que o estudante contribua com a construção da Unit que deseja vivenciar”, destacou o presidente da CPA.

Após a coleta, os dados são anonimizados e organizados em painéis de acompanhamento que orientam planos de ação. Os resultados agregados são compartilhados com coordenações e setores, sempre com confidencialidade. A única exceção ocorre nos casos em que o estudante solicita apoio como Pessoa com Deficiência (PCD) ou neurodivergente: com autorização, a informação é direcionada para atendimento individualizado.

Para Minoru, participar da pesquisa é assumir um papel ativo na vida acadêmica. “Quando o aluno responde, ele deixa de ser apenas espectador e passa a ser protagonista da própria trajetória e da comunidade universitária”, concluiu.

Leia também: Aula aberta do PPGD promove debate sobre a economia política da aporofobia

Compartilhe: