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17ª Semana de Fisioterapia: Novas formas de tratamento para dor

Profissionais e alunos de Fisioterapia discutem abordagens que minimizam dor de paciente, desde o trabalho de parto até a importância do pilates

às 21h35
Semana de Fisioterapia segue até este sábado, 30
Semana de Fisioterapia segue até este sábado, 30
Profissionais e alunos discutem novas metodologias de enfrentar a dor de pacientes
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Preocupada em discutir uma nova abordagem para o tratamento de dor em pacientes, a Universidade Tiradentes – Unit – realiza a 17ª Semana de Fisioterapia até o próximo dia 30.

Com o tema “Novas abordagens no tratamento da dor”, a solenidade de abertura do evento aconteceu nesta quinta-feira, 28, no campus Unit Farolândia. Para a coordenadora do curso de Fisioterapia, professora Luciana Zago, o objetivo do evento é criar novas metodologias de abordagem à dor do paciente.

“É possível buscarmos outras formas de tratar a dor com as novas tecnologias. Esse evento é especial porque além de a gente discutir esses formatos, comemoramos os 23 anos do curso de Fisioterapia e nossas conquistas, com a nota 4 no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes e a premiação da  Folha de São Paulo, na qual conquistamos primeiro lugar em Sergipe”, destaca.

O evento

O aluno do 3º período de Fisioterapia Reverton Gois salienta a importância do tratamento humanizado aos pacientes com dor. “O evento aborda o tema de humanização, de como lidarmos com o paciente, de uma maneira diferente ainda que diariamente”, diz.

Para o professor Alvaci Freitas, que ministrou a palestra “Psicologia Positiva: a ciência do bem-estar e da felicidade”, colaborar com essa temática tão importante é motivo de alegria. “Poder falar da Psicologia Positiva como uma ciência que vai contribuir para  evitar a dor psíquica é ainda mais gratificante”, conta.

Já a especialista Marucia Chacur, que abordou a temática ‘Terapias não farmacológicas para o tratamento da dor’, acredita no crescimento contínuo dessa metodologia. “As terapias manuais podem ajudar os diferentes pacientes com os mais variados tipos de dor. Nos últimos dez anos, esse movimento do ‘não farmacológico’ cresceu bastante, o que possibilita a diminuição de doses de medicamentos por parte dos pacientes. Isso também suavizaria, consequentemente, efeitos colaterais”.

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