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As vantagens de incluir o público PCD no mercado de trabalho

Foco na diversidade dos times é destaque em empresas que investem na inclusão do público PCD em suas equipes

às 20h45
A inclusão do público PCD no mercado de trabalho estimula o fortalecimento de uma cultura de empatia e de inclusão, quebrando preconceitos e paradigmas (Unsplash)
A inclusão do público PCD no mercado de trabalho estimula o fortalecimento de uma cultura de empatia e de inclusão, quebrando preconceitos e paradigmas (Unsplash)
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É pensando na pluralidade que muitas empresas têm voltado os olhares para montar times cada vez mais diversos. O foco na diversidade é a grande bola da vez de companhias que buscam melhorar resultados e aumentar a produtividade. Pluralidade de gênero, raça, idade, orientação sexual e de pessoas com deficiência é a engrenagem que tem impulsionado projetos e cases de sucesso no universo corporativo. Mas, quais as vantagens de incluir o público PCD no mercado de trabalho?

Com a inclusão de pessoas com deficiência, as empresas entendem que podem lucrar, conquistando clientes e desenvolvendo sua responsabilidade social. Esse movimento estimula a implementação e o fortalecimento de uma cultura de empatia e de inclusão, além da quebra de preconceitos e de paradigmas. 

“Envolver os colaboradores e estimular neles essa consciência de respeito e conhecimento sobre as limitações das pessoas com deficiência, sensibilizando o grupo antes de qualquer contratação, por meio do princípio do engajamento eficaz é a chave para que esse processo de contratação de PCD’s ocorra da melhor forma possível e isso possa se refletir em bons resultados para a empresa”, destaca a gerente do Tiradentes Carreiras, Janaína Machado.

O foco em times onde a diversidade é destaque é uma tendência em empresas de médio e grande porte, segundo especialistas em gestão e carreiras. “É muito importante a gente ter em um time opiniões diversas, experiências diferentes, históricos de vida diferentes para que essa diversidade possa formar novas ideias e encontrar a inspiração para a resolução de problemas”, ressalta Janaína. 

A inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, no entanto, ainda é vista por muitas empresas como pura obrigação legal. A Lei nº 8.213/91, também conhecida como Lei das Cotas, determina que pessoas com deficiência ocupem de 2% a 5% do quadro de companhias com 100 colaboradores ou mais. A iniciativa foi criada não para impor, e sim para estimular a criação de vagas voltadas a esse público, gerando assim uma oportunidade para que as PCDs possam mostrar à sociedade que certas limitações físicas não significam baixa capacidade produtiva.

“A sociedade é diversa, ela não é formada de apenas um público. Então, se você quer vender mais, atingir maiores resultados e alcançar públicos diversos, você precisa ter times com foco na diversidade para criar produtos diferenciados, e assim aumentar seu público alvo, seu marketing share”, pontua Janaína Machado. 

Asscom | Grupo Tiradentes 

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