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Campanha do aleitamento materno é encerrada com mamaço


às 22h05
Camile Maria Soares e o  pequeno Guilherme Leonardo
Camile Maria Soares e o pequeno Guilherme Leonardo
Mães dão depoimentos
Mães participam do mamaço
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No campus da Farolândia e nos campi de Estância e Itabaiana, profissionais da área da Saúde, estudantes e mães, especialmente aquelas em fase de amamentação, participaram de programação com minicursos, palestras, rodas de conversa e até lançamento de e-book destinado a intensificar de forma contínua a informação para a população sobre a importância do leite materno para o bom desenvolvimento da criança.

A culminância da programação ocorreu na tarde desta sexta-feira, 9, oportunidade em que dezenas de mães estiveram reunidas no Parque da Sementeira com os demais compromissados em levar para a população informações sobre o tema mobilizador.

“Percebemos uma maior assertividade com a campanha esse ano”, diz a professora Sílvia Atanásio, ao fazer uma avaliação prévia sobre a quantidade de eventos e o crescente número de pessoas interessadas. A docente do curso de Enfermagem acredita que o sucesso se deve à colaboração de parceiros institucionais.

Medo de sentir dor, falta de apoio, de informação e preconceito por imaginar que o corpo deforma com a amamentação são fatores ainda preponderantes entre muitas mulheres quando encaram sua primeira gestação. 

“Esse ano nosso objetivo foi desmistificar isso. Do trabalho que desenvolvemos desde alguns anos até hoje, observamos uma evolução bastante significativa”, acrescenta a professora Sílvia.

Também à frente de toda a programação, a médica pediatra e docente de Medicina da Unit Izailza Matos reconhece ter obtido excelentes resultados com a Semana do Aleitamento Materno.

“Hoje um dos pontos mais relevantes diz respeito ao papel do homem enquanto maior apoiador. Na condição de marido, o seu papel vai repercutir na prevalência do aleitamento materno”, diz a professora, respaldada em duas pesquisas recentes. A primeira delas, realizada no Vietnã, revela que a mãe que não teve apoio do marido amamentou apenas 6% em relação àquela que contou com o apoio do seu parceiro, cuja amamentação chegou a 37%. Igualmente, na China, a mãe sem apoio amamentou 18%, enquanto que a mãe com apoio amamentou 40%.

“Amamentar não significa apenas colocar o bebê no peito. O leite vai descer a depender do psicológico da mãe”, complementa a professora Izailza.

Mãe de primeira viagem (como habitualmente se diz), a advogada Camile Maria Soares diz que o seu pequeno de sete meses, Guilherme Leonardo, recebe o leite materno desde que nasceu. “Tudo o que buscamos para os nossos filhos é saúde e o leite materno, fonte saudável que promove o desenvolvimento e cria resistência contra inúmeras doenças”.

Adriana Dantas Lopes, residente em Pediatria, considera campanhas como a do aleitamento materno essenciais para que a população se conscientize cada vez mais sobre o ato que é tão nobre quanto indispensável para o desenvolvimento da criança. 

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