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Capacitação reúne pessoas interessadas em iniciar processo de adoção

Capacitação mostra como funciona o novo sistema nacional de adoção e acolhimento institucional para pessoas interessadas

às 21h40
Cláudio Mecenas, vice-presidente  da Angaad
Cláudio Mecenas, vice-presidente da Angaad
Professora Marlizete em primeiro plano
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As alterações pelas quais passaram recentemente o sistema nacional de adoção e acolhimento motivaram a realização na manhã do sábado,19, de uma capacitação para profissionais liberais e pessoas da sociedade interessadas em iniciar o processo.

A ação ocorreu na sala 7 do bloco D no Campus Farolândia e integrou o projeto de preparação e acompanhamento de pessoas em processo de adoção desenvolvido pela professora Marlizete Maldonado do curso de Psicologia da Unit. O projeto é realizado pela docente e seus alunos e conta com a parceria do Acalando, onde Marlizete atua como voluntária.

Durante o encontro, os participantes prestigiaram a palestra proferida por Cláudio Mecenas, vice-presidente da Associação Nacional de Grupos de Apoio à Adoção – Angaad. O representante da entidade discorreu sobre o novo sistema nacional de adoção e acolhimento.

“O SNA vem substituir dois cadastros: de crianças aptas a serem adotadas e de pretendentes a adoção. Ele unifica dentro do sistema”, explica Cláudio. Ele lembra que, até o último 12 de outubro, o cadastro existia e era feito manualmente. “Agora o sistema abrange os dois cadastros e automaticamente faz a vinculação, facilitando todo o processo, porque possui um sistema de alarme que verifica se os prazos previstos em lei estão sendo cumpridos”, explica o palestrante.

Com o novo sistema, o passo inicial é o preenchimento de uma ficha on-line disponibilizado no site do Tribunal de Justiça de cada estado. O pretenso adotante clica na Vara da Infância e Juventude, onde encontra o formulário. Com o formulário preenchido, é gerado um código. O passo seguinte é a apresentação na Vara de toda a documentação solicitada para que se inicie o processo de adoção.

“Muitas pessoas veem a necessidade da adoção sob a ótica da função social”, diz a professora Marlizete, após constatar com seus alunos no trabalho de pesquisa desenvolvido nos últimos três anos que o olhar de quem adota quase sempre se dá a partir das carências de quem necessita ser adotado.

“Com essa pesquisa pretendemos desconstruir isso, uma vez que o importante é adotar uma criança para atender as suas necessidades. A criança deve ser amada incondicionalmente”, complementa Marlizete.

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