V E S T I B U L A R UNIT
MENU

Contágio: saiba quanto tempo a Covid-19 sobrevive nas superfícies

Estudiosos em todo o mundo buscam respostas para o Covid-19. Uma delas é o tempo de contaminação do novo coronavírus

às 13h56
Bacteria or virus infection flu blue background
Bacteria or virus infection flu blue background
Compartilhe:

A todo instante surgem dúvidas e perguntas sobre o novo Coronavírus, a COVID-19. Pesquisadores em todo o mundo buscam soluções a cada instante e criam evidências quanto à doença, além de trazer clareza das informações, estratégias de prevenção e enfrentamento para o vírus. 

Sabe-se que a melhor arma para evitar o contágio do coronavírus é a prevenção. Mas, as formas de contágio também preocupam a população e os estudos demonstram que o vírus pode persistir até três dias em determinadas superfícies. “Alguns estudos apontam de horas até vários dias. O tempo varia de acordo com o ambiente e superfície. Os vírus são compostos de RNA, o que os tornam mais instáveis”, comenta a professora Patrícia Almeida, coordenadora do curso de Biomedicina da Universidade Tiradentes.    

Estudos apontam que, no ar, o vírus pode agir até três horas a partir da exposição do vírus. Já na superfície de papelão esse tempo chega a 24 horas. Mas, é em superfícies de aço inoxidável e em plástico que o tempo de sobrevivência do vírus é maior, podendo chegar até três dias. 

“É importante salientar que boas práticas de higiene e segurança são fundamentais nas atividades diárias da população, não somente em relação a infecções virais, mas também a qualquer outra doença infectocontagiosa. Inclusive, em muitas atividades laborais a biossegurança é fundamental para evitar qualquer tipo de contaminação”, enfatiza a biomédica. 

“Esperamos que, após a pandemia, a população esteja mais consciente em relação aos hábitos de higiene e prevenção. Precisamos tirar algo de positivo desse contexto. O hábito diário que está sendo criado, como lavar as mãos com água e sabão, etiqueta de tosse e espirros, ajudam a evitar a disseminação de microrganismos”, finaliza Patrícia. 

Compartilhe: