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Dia do Biomédico é celebrado com profissionais sergipanos de sucesso

Mariene Amorim e Pedro Zeni são biomédicos formados na Unit que carregam a esperança da cura da Covid-19 diante do comprometimento com a ciência. No último dia 20, Dia do Biomédico foi celebrado com palestras destes profissionais

às 16h03
Palestra de Pedro Zeni aos acadêmicos de Biomedicina da Unit foi via Webex
Palestra de Pedro Zeni aos acadêmicos de Biomedicina da Unit foi via Webex
Palestra de Mariene Amorim aos acadêmicos de Biomedicina da Unit via Webex
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Por Raquel Passos    

O dia do biomédico é comemorado em 20 de novembro, quando a importância desta profissão que alcança cada vez mais notoriedade na área da Saúde é ressaltada. Na Universidade Tiradentes, o curso de Biomedicina foi o primeiro curso da área a ser implantado, e, consequentemente, foi a primeira instituição de Sergipe a formar profissionais biomédicos. 

Para celebrar a data, biomédicos egressos da Unit que compõem importantes equipes de pesquisa frente à Covid-19 no Brasil e no mundo, Mariene Amorim, pesquisadora da Unicamp e Pedro Zeni, pesquisador na República Tcheca, realizaram palestras virtuais para acadêmicos da Universidade no último dia 20. 

Com o tema “A ascensão biomédica nos dias atuais”, a discussão provou um rico debate sobre a colocação biomédica no mercado de trabalho diante das pesquisas científicas elaboradas para o combate da Covid-19.

“Esse cenário atual tem evidenciado, inclusive, a crescente relevância da nossa profissão. Este foi um momento de motivação e de grande expectativa para nossos alunos do curso de Biomedicina, afinal, conheceram de perto dois ex-estudantes da Unit que estão bem posicionados no mercado de trabalho e têm atuação de destaque, fruto da qualidade do ensino que receberam durante a graduação na Unit”, acredita a coordenadora dos cursos de Biomedicina (presencial e EaD), professora Patrícia Almeida.

Biomédica Mariene Amorim

Atualmente, Mariene Amorim é aluna de doutorado no Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas, em São Paulo, e integra a força tarefa contra a Covid-19, iniciativa da Unicamp para ajudar no diagnóstico e nas pesquisas sobre o novo coronavírus.

“Nesse momento, as pesquisas são extremamente importantes. Precisamos de respostas. Precisamos conhecer esse patógeno melhor, como nosso sistema imunológico reage frente à infecção, como poderíamos barrar a replicação viral, entre outros fatores. Todos esses estudos são essenciais para que encontremos uma maneira de melhorar a situação da pandemia. Cientistas em todo o mundo estão trabalhando arduamente nessas questões, e eu fico feliz em poder mostrar que no Brasil também é feita pesquisa de qualidade”, declara Mariene. 

Conheça aqui um pouco da contribuição de Mariene para a ciência.

Biomédico Pedro Zeni 

Atualmente, Pedro Zeni realiza trabalho no Central European Institute of Technology (CEITEC) filiado a Masaryk University e no University Hospital Brno, na República Tcheca, para entender melhor os mecanismos os quais RNAs não codificantes influenciam na patogenicidade de malignidades de Células B, em especial leucemia linfocítica crônica (LLC). Recentemente, participou de um dos maiores encontros de LLC do mundo, no qual diversos cientistas usam de seus conhecimentos para combater uma única doença.

“Acredito que o curso de Biomedicina, sem dúvidas alguma, é um dos cursos que mais nos dão o arcabouço para entender e combater as doenças que assolam nosso dia a dia. Biomedicina é um curso lindo e me orgulho bastante em dizer que sou biomédico”, finaliza.

Conheça aqui um pouco sobre a contribuição de Pedro para a ciência.

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