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Engenharia de Produção apresenta ampla atuação no mercado de trabalho

Regulamentada por lei, a profissão exige registro no Crea e oferece um amplo campo de atuação e grandes perspectivas positivas de carreira

às 13h53
O engenheiro de produção lida com o controle de produção, a otimização de recursos e materiais, e a complexidade das linhas industriais (Kateryna Babaieva/Pexels)
O engenheiro de produção lida com o controle de produção, a otimização de recursos e materiais, e a complexidade das linhas industriais (Kateryna Babaieva/Pexels)
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Dimensionar recursos humanos, físicos, ambientais e financeiros; implementar e aperfeiçoar sistemas, produtos, processos e projetos; prever e analisar demandas; selecionar e utilizar as tecnologias atuais disponíveis de forma sustentável. Estas são apenas algumas das atuações do profissional de Engenharia de Produção, cuja média salarial pode variar de R$ 2.800 até R$ 6.900, em empresas de pequeno porte, e de R$ 4.400 até R$ 12.100 nas grandes empresas.

Regulamentada pela Lei Federal 5194/66, a profissão de Engenheiro de Produção exige registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) e, por proporcionar um amplo leque de atuação profissional, tem enorme perspectiva positiva de carreira, tanto como autônomo, empregado e também empreendedor.

“Pela pluralidade da profissão, o engenheiro de produção pode atuar em diversos segmentos, tais como o industrial, saúde (hospitais, clínicas), varejo e atacado (lojas), operadores logísticos (transporte, distribuição, compras, estoques), auditorias (ISO 9001, 14001, 18001), projetos, administrativo (financeiro, custos), tecnologia, gestão de processos, entre outros”, destaca o professor Douglas de Moura Andrade, do curso de Engenharia de Produção da Universidade Tiradentes (Unit Sergipe). 

Asscom | Grupo Tiradentes

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