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Ensino superior: alunos sergipanos podem estagiar em outros países


às 20h51
Victor Iago está estudando no Kwait
Victor Iago está estudando no Kwait
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As novas exigências do mercado de trabalho impõem desafios para a formação profissional, as quais incluem a diversificação do currículo acadêmico durante o curso superior. Nessa perspectiva, participar de estágio em outro País é uma oportunidade que faz diferença durante a graduação e na disputa por vaga de trabalho. Na Universidade Tiradentes, os alunos têm essa possibilidade por meio do departamento de Relações Internacionais.

O Departamento de Relações Internacionais fechou convênio para estágios internacionais com a IAESTE/ABIPE e está enviando, por meio dos parceiros, alunos da Unit para realizarem estágios fora do País.

Assessor de Relações Internacionais, Rafael de Moraes Baldrighi, explica que os estágios estão disponíveis em diversos países e que a oportunidade promove a Instituição e engrandece a experiência acadêmica do aluno.

“Boa parte do mundo está incluída, com representantes nos cinco continentes. Entre eles, diversas universidades, além de empresas, ONGs e órgãos públicos. O aluno pode se inscrever pelo site IAESTE/ABIPE e as vagas variam de acordo com a oferta das instituições conveniadas no mundo. O aluno participa diretamente com a IAESTE/ABIPE, mas precisa ter vínculo com a Unit por motivos cadastrais”.

Victor Iago cursa o décimo período de engenharia de Petróleo e está no Kuwait. Para ele, a experiência vai prepará-lo profissionalmente e pessoalmente. “Universidades que dão suporte à internacionalização são bem vistas em todo o mundo. As experiências vividas pelos estudantes fora os fazem mais bem preparados não só para o mercado, mas para a vida de forma geral”, conta Victor que soube do estágio por meio de relatos de estudantes em plataformas online.

“Trabalhar em outro país, em geral, é uma forma de ampliar sua visão no seu campo de estudo, considerando que muitas vezes as técnicas e conhecimentos que se praticam fora podem ser diferentes das usuais no Brasil. Meu conselho é que os interessados venham dispostos a aprender e a preencher a mala com experiências de vida intensas e enriquecedoras”, disse.

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