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Ligas acadêmicas desenvolvem projetos e reúnem cerca de 700 estudantes da Unit 

Grupos de alunos se reúnem e se aprofundam em estudos e projetos de pesquisa e extensão sobre áreas e temas específicos de cada curso

às 12h40
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Uma das atividades extracurriculares mais praticadas e mais valorizadas no ambiente universitário é a integração dos alunos nas chamadas ligas acadêmicas, grupos de estudos aprofundados em uma determinada área ou especialidade, com o objetivo de desenvolver projetos de ensino, pesquisa e extensão, em complemento ao modelo curricular oficial de cada curso. Embora estejam presentes em todas as áreas do conhecimento, as ligas se concentram mais em cursos da área de Saúde, como Medicina, Odontologia, Enfermagem, Fisioterapia e Psicologia, entre outros.

Atualmente, a Universidade Tiradentes (Unit) tem mais de 50 ligas acadêmicas, com cerca de 700 ligantes, estudantes que integram as comissões organizadoras de cada uma delas. Além de um presidente e um vice-presidente, os próprios alunos ocupam cargos de diretorias, se responsabilizando em áreas como financeiro, pesquisa, extensão, acadêmico, eventos, marketing, entre outras. A maior parte das ligas existentes hoje na Unit é ligada aos cursos de Medicina e Enfermagem.   

Em geral, as ligas são grupos independentes e autônomos, que dispõem de estatutos, gestões e organizações próprias, e que contam com o apoio da universidade na cessão das estruturas e na orientação e divulgação das atividades. De acordo com o professor Geraldo Calazans, coordenador de Extensão da Unit, esses estatutos são avaliados e aprovados a cada ano pela área de Extensão da universidade, devendo contemplar as atribuições da liga, a composição dos ligantes e o planejamento das ações a serem executadas por ela durante o período, incluindo eventos, capacitações e outras atividades de extensão. 

“Esses eventos são submetidos à extensão e, em sendo aprovados, a gente certifica esses ligantes, porque eles são os executores dessas atividades. Lembrando que toda liga tem pelo menos um professor que é orientador, que é responsável pela liga, e todos são estudantes. Todas as ações executadas têm que passar pela validação de um professor. E ao final desse período de um ano, é entregue um relatório onde essas atividades são avaliadas e, mediante isso, a emissão dos certificados de extensão, que são importantíssimos para os alunos, principalmente na questão das residências médicas”, destaca Geraldo.

Ainda segundo o coordenador, a formação das ligas é uma iniciativa dos estudantes dos cursos, que têm a Liga como um local que proporciona uma oportunidade de ampliar os conhecimentos em áreas específicas. “Os alunos escolhem a temática da Liga de acordo com o que eles pretendem já exercer depois de formados, e aqui elas tomam esse direcionamento”, explica Geraldo, definindo essa participação como um momento muito importante na formação de cada estudante. “Por que eles passam alguns meses e até anos se dedicando a estudar especificamente assuntos relacionados com o que ele pretende ser no futuro. É uma oportunidade de eles estarem se aprofundando em assuntos relacionados à especialidade que eles pretendem seguir logo após a formatura”, define o coordenador. 

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