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Mais de 500 milhões de adultos convivem com a diabetes no mundo

Doença é uma das que mais vem crescendo no Brasil e no mundo; entenda o que orienta a nutrição e os mitos sobre a alimentação indicada para esse público

às 19h58
Estima-se que existem hoje cerca de 15,6 milhões de diabéticos no Brasil, o que dá à diabetes uma característica epidêmica de alto impacto (Unsplash)
Estima-se que existem hoje cerca de 15,6 milhões de diabéticos no Brasil, o que dá à diabetes uma característica epidêmica de alto impacto (Unsplash)
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Um levantamento da 10ª edição do Atlas Diabetes indica um aumento global contínuo na prevalência de diabetes, confirmando a doença como um desafio significativo para a saúde e o bem-estar de indivíduos, famílias e sociedades. O Atlas é editado pela Federação Internacional do Diabetes e para 2021 mostrou um panorama mundial de 537 milhões de adultos (20-79 anos) vivendo com diabetes, ou um em cada dez pessoas.

A previsão é que esse número aumente para 643 milhões em 2030 e 784 milhões em 2045. Muitas dessas pessoas vivem um dilema na alimentação em virtude da quantidade de informações desencontradas a respeito do que pode ou não pode ser ingerido. São muitas dúvidas e uma única certeza, manter um cardápio saudável e equilibrado é meio de prevenção e cuidado.

Falar de alimentação balanceada parece uma repetição de roteiro, mas não é à toa. O Diabetes Mellitus é uma doença crônica provocada pela falta de insulina ou  incapacidade do organismo de utilizá-la adequadamente. A insulina, hormônio produzido pelo pâncreas, controla a quantidade de glicose no nosso sangue ou, em outras palavras, os níveis de açúcar e a glicose é obtida por meio dos alimentos que ingerimos.  O corpo precisa da insulina para conseguir metabolizar a glicose adquirida na alimentação.

O dia 14 de novembro é lembrado mundialmente como dia do Diabetes. A data é voltada para a conscientização sobre a importância do cuidado com a saúde e para isso é importante a educação sobre o assunto, tanto de pacientes como de seus cuidadores e até mesmo de equipes médicas. Outros itens recomendados é seguir o tratamento à risca, praticar atividade física e ter qualidade de sono.

Importância da Alimentação

Qualquer diabético conhece a má fama dos doces, naturalmente ricos em açúcar, que possuem o chamado alto índice glicêmico. Quando uma pessoa que tem a doença não consegue utilizar a glicose adequadamente, o que provoca um déficit na metabolização desse carboidrato. Esses casos são caracterizados por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente, condição que pode provocar danos em órgãos, vasos sanguíneos e nervos.

O corpo precisa da insulina para conseguir metabolizar a glicose adquirida na alimentação. Mas o doce em si não é o vilão, mas a obesidade que aumenta a resistência insulínica, bem como a alimentação fast food. Uma dieta balanceada é a primeira medida preventiva, mas isso não significa se privar de tudo que gosta. 

Dá para ser saudável sem deixar de comer o que você mais ama. É necessário, porém, seguir alguns cuidados na escolha e no consumo, como priorizar ingredientes puros, naturais e minimamente processados. O tamanho da porção é importante, a composição também, evitando produtos com alta concentração  de carboidratos e gorduras e ter moderação, afinal açúcar em excesso não é saudável para ninguém, com diagnóstico de diabetes ou não.

 A orientação especializada de um especialista em nutrição é a principal recomendação para quem quer garantir a saúde, mas sem abrir mão do sabor à mesa. O nutricionista vai fazer o papel educativo quando as propriedades dos alimentos, além de elaborar um cardápio individualizado para cada tipo de pessoa e quadro de saúde. 

Asscom | Grupo Tiradentes

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