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Pessoas com deficiência promovem inclusão no ambiente de trabalho

Universidade mantém um programa de recrutamento de PCDs que leva em consideração a formação profissional e experiência

às 00h37
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Atenta às demandas sociais e do mercado, a Universidade Tiradentes mantém um programa de recrutamento de Pessoas Com Deficiência (PCD) que leva em consideração a formação profissional, experiência e limitação do candidato para que ele desenvolva suas potencialidades no Grupo.

Casos como o de Dilson de Moraes que tem deficiência auditiva e atua como assistente administrativo pleno na Unit. Formado em Recursos Humanos, ele é uma das 138 Pessoas com Deficiência (PCD) que colaboram com a inclusão no ambiente de trabalho da Unit. Dentro da instituição de ensino, iniciou Assistente Júnior e já foi promovido.

“Não tive nenhuma resistência, nenhuma dificuldade em me adequar ao cargo. As pessoas foram muito receptivas, muito educadas, mesmo em lidar com pessoas com deficiência auditiva, como é o meu caso. Temos cotas, temos vidas como qualquer outra pessoa independente da deficiência que cada um venha a ter, então é um projeto muito bacana”, disse, referindo-se à Lei de número 8.213, de 1991, que estabelece cotas para contratação de Deficientes e Pessoas com Deficiência em empresas.

Na Unit, a Lei estabelece 129 vagas e a Instituição possui 138 PCDs, o que demonstra compromisso social e reconhecimento da capacidade técnica dos colaboradores. A Analista de Desenvolvimento da Universidade, Gardênia Yamada, explica que passou a ser feito um mapeamento de perfis e de vagas, para que cada candidato fosse direcionado para setor onde pudesse contribuir mais.

“Começamos a mapear os perfis dessas pessoas e fazer um cruzamento com os perfis das nossas vagas. Chegamos à conclusão de que há pessoas com habilidades excelentes, com perfis excelentes para as vagas que a gente tinha aberto. Então, a partir do momento que a gente começou a fazer esse mapeamento com um maior cuidado, com um olhar realmente humano, a empresa de fato abraçou esse projeto”, disse, destacando que a política da empresa é promover o desenvolvimento desse colaborador.

“O mais importante disso é que hoje temos pessoas satisfeitas, motivadas. Os gestores não enxergam essas pessoas como número, mas sim como um colaborador a ser desenvolvido, a uma pessoa que, de fato, traz um resultado para o setor”, informou, acrescentando que a parte estrutural da Universidade oferece acessibilidade com piso tátil, rampa, sinalizações de acordo com as normas de acessibilidade e que são disponibilizados interpretes para acompanhar os alunos com deficiência.

O colaborador Othoniel Alves Aragão é um dos exemplos na Unit. Ele foi admitido para atuar no apoio de atividades administrativas do Departamento de Assuntos Acadêmicos e Financeiros, mas após seu desenvolvimento no setor, foi promovido a auxiliar acadêmico. “Tudo o que vivencio aqui é lição de vida e essa eu vou levar para minha vida toda! Aqui, desde o início foi uma porta aberta. Participei de seleção interna e mudei de função nesses quatro  anos e quatro meses de empresa e quero crescer mais”.

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