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Procura por renda fixa cresce com o aumento da Selic

Aumento da taxa Selic anunciado pelo Banco Central torna a renda fixa mais atrativa aos investidores

às 11h44
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Desde que o Banco Central anunciou o aumento da taxa Selic de 5,25% para 6,25% ao ano, a renda fixa tornou-se mais atrativa aos investidores. Com as taxas de juros praticadas anteriormente, os investimentos em renda fixa caíram, pois não rendiam o suficiente. Um novo reajuste já está previsto e deve chegar a 7,25%.

A taxa Selic chegou a 2% ao ano em agosto de 2020, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Segundo analistas financeiros, o aumento da Selic já era previsto devido à inflação elevada. Essa dinâmica deve ser normalizada aos poucos, com a retomada gradual das atividades econômicas pós-pandemia.

Os investimentos em renda fixa são feitos, geralmente, por investidores conservadores, que pensam em preservar as finanças sem se importar muito com os lucros. Por isso, é preciso estar atento, pois esse tipo de investimento está atrelado à oscilação da taxa Selic e ao Indicador Oficial de Inflação (IPCA)

Quem deseja investir também precisa conhecer as modalidades de contratação de investimentos em renda fixa. O investidor pode adquirir títulos com taxas prefixadas de 10% ao ano; pós-fixadas, nas quais a rentabilidade sofre variação de indicadores financeiros, a exemplo da Selic; ou híbridas, com parte da lucratividade conhecida previamente e parte variável, de acordo com o índice de referência.

Os principais tipos de investimento em renda fixa são Certificado em Depósito Bancário (CDB), letra de crédito (letra de crédito imobiliário ou letra de crédito do agronegócio), Tesouro Direto, certificado de recebíveis e fundos de renda fixa.

 

*Com informações de Suno, Agência Brasil e Eu Quero Investir.

 

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