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Profissionais de comunicação discutem cultura em encontro com estudantes


às 00h46
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A união de profissionais, acadêmicos, cultura e comunicação deu o tom do Observatório de Comunicação – Obscom deste semestre. A coordenação do curso de Comunicação trabalhou o tema Cultura e Comunicação no debate que reúne alunos, profissionais e professores.

Nesta edição, foram discutidas as diferentes perspectivas de comunicação e cultura com base no trabalho do Núcleo de Produção Digital (NPD) e do Bangalô Cult, que exploram e valorizam a cultura. A professora Talita de Azevedo Déda foi mediadora da discussão e destacou o papel da Universidade em expandir os debates para além da sala de aula.

“São três ciclos pensados pelos professores para cada semestre. Os temas são diversos, mas sempre focando a contribuição na comunicação. Este semestre, a discussão foi a comunicação e a cultura, ações e estratégias. O interessante foi que trouxemos uma vertente para plataformas digitais, com Suyene, projetos e ações no foco da disseminação da cultura sando dos espaços. A academia não tem muros, são públicas nesse sentido, e é um papel da universidade a extensão, promover esses debates e reflexões”, disse.

Graziele Andrade Ferreria, representante do Núcleo Produção Digital Orlando Vieira da prefeitura de Aracaju, foi uma das palestrantes da noite. “É um prazer integrar o Obscom, lidar com a juventude da comunicação, isso é muito rico para apresentar as ações realizadas. Somos um espaço público da prefeitura de Aracaju que disponibiliza ações de democratização de acesso ao audiovisual, não haveria lugar melhor para apresentar nossos projetos. O NPD completa 13 anos de existência e a demanda só cresce, nosso público alvo é a juventude e universitários”.

Suyene Correa é jornalista e responsável pelo Bangalô Cult. Ela defende a produção independente e conteúdo como forma de resistência. “Vim divulgar o Bangalô Cult. É uma oportunidade de fazer com que os alunos conheçam o site, que é de jornalismo cultural, um dos poucos nessa área em atividade no estado. Também poderemos mostrar que estamos passando por uma crise nos veículos de comunicação e que produzir o próprio conteúdo pode ser um caminho”.

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