Durante o período de 26 a 30 de outubro a Universidade Tiradentes realiza a 17ª Semana de Pesquisa – Sempesq. Nesta versão, o evento que reúne a comunidade acadêmica de todos os campi da IES, conferencistas nacionais e internacionais, estudantes e pesquisadores de outras instituições, traz como tema mobilizador “Luz, Ciência, Tecnologia e Educação”. Nesse período todos os interessados podem fazer suas inscrições para apresentação dos trabalhos científicos.
Com o objetivo de ajustar e dar os retoques finais à programação, a comissão organizadora do evento, liderada pelo professor Cristiano Ferronato, esteve reunida esta tarde na sala 4 do bloco F, no Campus Farolândia. Na oportunidade foi apresentada a nova página do evento e a nova logomarca, ambas, criações de alunos dos Curso de Ciência da Computação e Design Gráfico.
“Esse ano, atrelado à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que discute a importância da luz para a pesquisa e para a humanidade, nós, junto com o comitê de pesquisa, escolhemos o tema”, justifica o Coordenador de Pesquisa e professor do Departamento de Pós-Graduação em Educação da Unit.
O docente considera que o ponto mais importante da Sempesq está na possibilidade de mostrar para a CNPq, Fapitec e para as agências de fomento que concedem bolsas de pesquisa, que a Unit dirige essas bolsas dentro de um programa consolidado de Iniciação Científica. “Esse é um momento que os avaliadores analisam o nosso trabalho”, complementa o organizador da Sempesq.
“A Semana de Pesquisa é um evento consolidado não somente dentro da Unit, como já integra há alguns anos o calendário da ciência e da tecnologia no estado de Sergipe, agregando os pesquisadores das diversas áreas do conhecimento juntamente com professores e seus alunos”, explica a Diretora de Pesquisa, professora doutora Ester Fraga Vilas-Bôas Carvalho do Nascimento.
Em sua opinião, a Semana de Pesquisa revela um importante momento para o diálogo entre os pesquisadores e conferencistas convidados apontando novas possibilidades de pesquisa e tornando conhecidas outras realidades de investigação vivenciadas nas instituições em que atuam.
Fotos – Marcelo Freitas