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Seminário de práticas corporais resgata brincadeiras e promove interação de jovens com atividades físicas


às 20h07
Alunos em atividades na sala de dança
Alunos em atividades na sala de dança
Na quadra, o disputado futsal
Alexandro Marques Silva em fase de conclusão do curso
O coordenador educacional da escola Jacinto Figueiredo, professor Paulo Jacinto
Gracielle, Lisane e Camila, professoras do curso
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O Seminário de Práticas Corporais é uma ação desenvolvida por acadêmicos do 5º ao 8º período que cursam a disciplina Estágio Curricular, supervisionados pelas professoras Camila Souza Vieira e Gracielle Costa Reis.
A primeira atividade do projeto ocorreu na terça, 8, e atendeu as crianças do ensino fundamental. Nas quadras cobertas da Unit, elas vivenciaram momentos de lazer e interação por meio da contação de histórias e do resgate de brincadeiras populares. A ação contou a da Biblioteca, do Núcleo de Apoio Psicossocial e do Grupo de Leitura de Sergipe.
No segundo momento ocorrido nesta tarde, 10, foram os alunos do ensino fundamental maior da Escola Jacinto Figueiredo que participaram das atividades com jogos de vôlei, basquete, queimado e futsal.
“O projeto tem boa receptividade e, numa avaliação rápida, acredito que para o próximo período podemos acrescentar mais modalidades esportivas para oferecer aos participantes a possibilidade de outras vivências”, pondera a professora Camila Souza. Ela explica que o convite para que os alunos da escola pública venham à Unit é em razão da estrutura que ela possui.
“Aproveitando todo o espaço e recurso que a Unit tem, a vivência dessas práticas termina sendo mais efetiva e os jovens conseguem visualizar, na prática, coisas que eles muitas vezes não têm acesso, a exemplo dos materiais e dos espaços oficiais”, complementa a docente.
Para o professor Paulo Rogério de Carvalho Fernandes, coordenador pedagógico da Escola Jacinto Figueiredo, o projeto é importante porque estimula aos participantes ultrapassar os muros da escola para vivenciar a prática conhecendo o que há no entorno da sua comunidade.
“Está confirmado que a prática esportiva é um viés, junto com a educação, de transformar realidades. É muito bom porque permite socialização e estimula o espírito olímpico”, diz o professor Rogério.

A primeira atividade do projeto ocorreu na terça, 8, e atendeu às crianças do ensino fundamental. Nas quadras cobertas da Unit elas vivenciaram momentos de lazer e interação através da contação de histórias e do resgate de brincadeiras populares. A ação contou a da Biblioteca, do Núcleo de Apoio Psicossocial e do Grupo de Leitura de Sergipe.

No segundo momento ocorrido nesta tarde, 10, foram os alunos do ensino fundamental maior da Escola Jacinto Figueiredo que participaram das atividades com jogos de vôlei, basquete, queimado e futsal.

“O projeto tem boa receptividade e numa avaliação rápida, acredito que para o próximo período podemos acrescentar mais modalidades esportivas para oferecer aos participantes a possibilidade de outras vivências”, pondera a professora Camila Souza. Ela explica que o convite para que os alunos da escola pública venham à Unit é em razão da estrutura que ela possui.

“Aproveitando todo o espaço e recurso que a Unit tem, a vivência dessas práticas termina sendo mais efetiva e os jovens conseguem visualizar na prática, coisas que eles muitas vezes não têm acesso à exemplo dos materiais e dos espaços oficiais”, complementa a docente.

Para o professor Paulo Rogério de Carvalho Fernandes, coordenador pedagógico da Escola Jacinto Figueiredo o projeto é importante porque estimula aos participantes ultrapassar os muros da escola para vivenciar a prática conhecendo o que há no entorno da sua comunidade.

“Está confirmado que a prática esportiva é um viés, junto com a educação de transformar realidades. É muito bom porque permite socialização e estimula o espírito olímpico”, diz o professor Rogério.

Alexandro Marques Silva Júnior está concluindo o bacharelado e se diz bastante gratificado pela oportunidade de trabalhar com crianças.

“Sempre me senti muito confortável em trabalhar com esse público”, conclui.

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