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Serviço Social abre Semana com exploração do trabalho em foco

Evento acontece simultaneamente em todos os campi Unit com participação de profissionais renomados na área da assistência social

às 19h54
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Coord. Jane Pedó e Dr.ª Marcia Santana evidenciam o trabalho do assistente social na luta contra a exploração do trabalho

Coord. Jane Pedó e Dr.ª Marcia Santana evidenciam o trabalho do assistente social na luta contra a exploração do trabalho

‘Serviço Social na luta contra a exploração do trabalho’ é foco da décima segunda Semana do Assistente Social e sétimo Encontro de Egresso realizado entre os dias 15 e 18 de maio em todos os campi da Universidade Tiradentes pelo curso de Serviço Social. Acadêmicos e profissionais da área discutem durante os três dias, ações que atendam as novas demandas das consequências da exploração do trabalho.

Para nortear as discussões, na tarde desta quarta-feira, 15, Dia do Assistente Social, a professora Dr.ª Marcia Santana Tavares palestrou sobre a temática ‘O cotidiano do profissional do assistente social na luta contra exploração do trabalho’. Durante palestra, ela relembra fatores históricos na profissão no século 19 e de que forma eles influenciam na atualidade. “Sinto a necessidade de resgatar um pouco o histórico do serviço social até para entendermos como será modelado a forma de trabalho e a condução que o assistente social dá na sua relação entre luta e exploração”, argumenta a professora adjunta I do Curso de Serviço Social da Universidade Federal da Bahia e professora do Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares Mulheres, Gênero e Feminismo – PPGNEIM/UFBA.

12ª Semana do Assistente Social também é discutido online

12ª Semana do Assistente Social também é discutido online

Para a coordenadora do curso de Serviço Social em Aracaju Jane Pedó, a percepção do profissional nos espaços sócios ocupacionais como escolas, sócio jurídico, hospitais e conselhos contribuem para a melhoria deste cenário. “É através desses espaços que temos clareza do que seja isso. Cada vez mais percebemos pessoas em situação de vulnerabilidade social, resultado de um modelo de desenvolvimento neoliberal. E estes eventos nos ajudam a intervir nesta realidade e ampliar nossas reflexões. Temos que, a partir do nosso olhar, propor políticas públicas adequadas para dar conta de atender determinados segmentos sociais”, acrescenta a coordenadora.

Dentro da programação da Semana, acontecerá uma transmissão online na tarde desta quarta, 15, para alunos e profissionais do curso de Serviço Social da modalidade a distância. A noite será ministrado no auditório Padre Arnóbio do bloco D do Campus Farolândia, mesa redonda com a participação das assistentes sociais Ana Flávia Alves da Secretaria de Estado da Educação; da residente em Saúde Coletiva Elisangela Moura; da assistente social da Secretaria de Assistente Social do Município de Cumbe de Sergipe Flávia Oliveira; e Eliangela Soares do Centro de Educação e Saúde Ninota Garcia.

Para a acadêmica Debora Patrícia da Silva Pinto do 8º período, o assunto deve ser tratado de forma recorrente. “Karl Marx defendia muito os direitos do trabalhador e acredito que as pessoas precisam conhecer seus direitos e lutar por eles. A partir do momento que há uma exploração de direitos do cidadão, a discussão deve ser constante. Em pleno século 21 esta exploração não é mais cabível”, defende.

Fotos: Marcelo Freitas

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