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Tempo de Casa celebra trajetórias e reforça cultura de valorização na Unit

Evento homenageia colaboradores com até 50 anos de dedicação à instituição e destaca o impacto da permanência no ambiente de trabalho

às 20h52
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Permanecer por muitos anos em uma mesma instituição não é apenas uma questão de estabilidade, mas, sobretudo, de pertencimento. Em um cenário de alta rotatividade no mercado de trabalho, empresas que conseguem manter seus colaboradores por décadas revelam algo essencial: valorização, reconhecimento e um ambiente que estimula crescimento e conexão.

É dentro dessa perspectiva que a Universidade Tiradentes (Unit) realiza anualmente o “Tempo de Casa”, evento que homenageia profissionais que completam 10, 15, 20, 25, 30 e 35 anos de atuação. Nesta edição, no entanto, dois casos chamaram ainda mais atenção: colaboradores que atingiram 40 e 50 anos de dedicação à instituição, trajetórias que atravessam gerações e se confundem com a própria história da universidade.

Para Jouberto Uchôa Júnior, vice-reitor da Universidade Tiradentes, a celebração ganha um significado ainda mais especial por coincidir com o aniversário da instituição, que completa 64 anos. “São 64 anos da Universidade Tiradentes e esse momento converge justamente para o agradecimento e o reconhecimento de todos que fazem o dia a dia da Unit. São pessoas com 10, 20, 30, 40 e até 50 anos de casa, que dedicaram uma vida inteira à educação, aos projetos e ao compromisso da universidade”, ressalta.

Ele destaca que a permanência dos colaboradores está diretamente ligada à valorização contínua. “A gente sempre reforça que quer bons profissionais perto de nós por muitos anos. Não necessariamente fazendo a mesma coisa sempre, mas se renovando junto com a instituição e dando o seu melhor. Esse momento é exatamente para reconhecer aqueles que dedicaram sua trajetória à educação dentro da Unit”, completa.

Cultura organizacional e trajetórias

A diretora de Recursos Humanos da instituição, Alessandra de Faria, reforça que o reconhecimento faz parte de uma política contínua da universidade. “Temos várias ações voltadas para isso e uma delas é justamente esse momento em que homenageamos colaboradores com mais tempo de casa. Para uma pessoa permanecer 40 ou 50 anos em um lugar, ele precisa ser, no mínimo, um ambiente agradável. Isso é reflexo da forma como nossos fundadores sempre trataram os colaboradores e que buscamos perpetuar nas lideranças”, explica.

Alessandra também destaca o impacto dessa permanência na construção da cultura institucional. “Conseguimos consolidar uma cultura que vem sendo transmitida de geração em geração. Temos filhos e netos de colaboradores que estudaram aqui e hoje também fazem parte da instituição. É um legado que ultrapassa o ambiente de trabalho”, pontua.

Entre os homenageados, histórias que ilustram bem esse vínculo de longa duração. O gerente de negociação Anderson Rego, por exemplo, chegou à universidade com planos bem diferentes: ficar apenas um ano. Quatro décadas depois, segue fazendo parte da instituição. “Essa homenagem significa muito para mim. Eu vim para passar apenas um ano, após uma pós-graduação fora do estado, mas acabei ficando e já são 40 anos”, relembra.

Ao longo desse período, Anderson construiu uma trajetória sólida, passando por diferentes funções. “Comecei como professor, depois assumi a área de contabilidade e fui crescendo dentro da instituição. O que me fez permanecer foi a confiança no meu trabalho e, principalmente, as relações que construí aqui. A amizade com os colegas é fundamental”, destaca.

Já Albertina Xavier, gestora do Colégio Tiradentes, representa um marco ainda mais expressivo: 50 anos de dedicação. Sua história acompanha de perto o crescimento da própria instituição. Ela atribui sua permanência a valores construídos ao longo da trajetória. “É um momento de muita emoção, reconhecimento e amor. A humildade e a colaboração das pessoas foram essenciais. Ninguém constrói uma história sozinho”, resume.

Ao longo das décadas, Albertina testemunhou diversas transformações. “Eu comecei no Colégio Tiradentes e, com o tempo, passei por outros setores. Vi a instituição crescer, evoluir e se transformar ao longo dos anos. É algo que encanta. A cada dia surgem mudanças, e acredito que ainda há muito mais por vir”, completa.

A coordenadora do Programa de Assistência Integral a Melhor Idade (Paimi), Zulnara Mota, também carrega uma trajetória de décadas dentro da Unit. Ela iniciou como professora do curso de secretariado executivo bilíngue e hoje soma 35 anos na instituição. Para ela, o principal diferencial está no ambiente construído ao longo dos anos. “Comemorar esse tempo justamente no momento em que a universidade completa 64 anos é motivo de muita satisfação e gratidão. O que me fez permanecer foi o acolhimento. A universidade faz com que a gente se sinta parte, se sinta em casa e isso faz toda a diferença”, afirma.

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