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Unit patrocina catálogo de colecionador sergipano e prestigia noite de gala para a cultura sergipana


às 19h33
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A obra que reúne o talento    e a cultura sergipana

A obra que reúne o talento e a cultura sergipana

Reunindo centenas de personalidades, entre intelectuais, políticos e artistas dos variados segmentos, o colecionador Mário Britto faz vernissage da coleção que leva seu nome e distribui um luxuoso livro que tem como um dos patrocinadores a Unit, que registra a arte e a cronologia de 50 artistas.

 

Os espaços da Sociedade Semear, localizada na esquina das Ruas Vila Cristina com Senador Rollemberg, ficaram pequenos na noite dessa quinta-feira, 26, para receber os convidados do procurador e colecionador sergipano Mário Britto durante o lançamento do catálogo que leva o seu nome e tem como subtítulo “Um Sentir Sobre as Artes Visuais em Sergipe”.

A obra com versões para língua portuguesa e inglesa contém 279 páginas e é composta por ilustrações dos trabalhos dos artistas catalogados e por referências bibliográficas colhidas pelo autor através de pesquisas, estudos e entrevistas feitas ao longo dos últimos três anos com os artistas vivos ou os seus familiares.

O diretor de Marketinhg da Unit Marcos Aquenaton abraça o colecionador Mário Britto

O diretor de Marketinhg da Unit Marcus Aquenaton abraça o colecionador Mário Britto

A noite de gala prestigiada por artistas – a exemplo de Leonardo Alencar, Joubert Moraes, José Fernandes e Elias, entre tantos outros de relevante expressão no cenário nacional – marcou a todos não só pelo brilhantismo da exposição, como pelo lançamento do catálogo que torna atemporal a produção de inúmeros artistas que integram a coleção particular do procurador sergipano que vem alimentando sua coleção ao longo dos últimos 30 anos.

“Achei que era o momento de compartilhar. O colecionador é apaixonado por sua coleção, mas essa sua paixão não pode ser traduzida num egoísmo, restringindo-a aos seus familiares e amigos mais próximos. Meu objetivo, com esta iniciativa, é fazer com que todos compartilhem a arte e que ela cumpra o seu verdadeiro papel, que é a contemplação”, revela o colecionador.

Ao manifestar sua opinião sobre a exposição e o catálogo do qual figura como um dos renomados artistas, Leonardo Alencar lembra que a publicação representa um estímulo para os jovens perceberem que eles também podem fazer história. “Ela se faz através da arte, da evolução de um povo e do sentir”, lembra o artista estanciano.

O público lota os espaços  da Sociedade Semear

O público lota os espaços da Sociedade Semear

Impressionado com a beleza e o valor da exposição, o pesquisador e historiador Murilo Merlins chama a atenção para o fato de que a publicação catalográfica vai perpetuar para as próximas gerações um período rico da nossa cultura.

O subsecretário da Secretaria de Estado da Casa Civil, João Francisco dos Santos, compartilha da opinião do historiador e acrescenta que a contribuição que a obra representa a perpetuação de um período da história sergipana em tudo o que ela representa com seus valores históricos, político e social.

O advogado e ex-presidente nacional da OAB, Cezar Britto, cita na obra do irmão colecionador, que o livro é o símbolo do Mário Britto que faz do livre-escrever uma bela poesia do livre-pincelar. Ele considera muito importante a característica do seu irmão que é gostar de Sergipe e que por isso priorizou em sua exposição, e na coleção, obras de artistas sergipanos. “É muito difícil para quem gosta de arte fazer um corte no seu gostar e ele fez esse corte para divulgar uma arte que é mais importante e revela o sentir o Estado de Sergipe, a sua terra natal”, diz o jurista.

Leonardo Alencar, um dos ilustres nomes da coleção

Leonardo Alencar, um dos ilustres nomes da coleção

Ao se posicionar como uma das patrocinadoras da Coleção Mário Britto, a Universidade Tiradentes revela sua preocupação em preservar a cultura sergipana. Para o diretor de Marketing da instituição, Marcus Aquenaton esta é uma excelente oportunidade para que a instituição possa contribuir com o resgate da memória cultural do Estado.

“O grupo Tiradentes entende que o apoio à cultura é fundamental porque sem a cultura não existe educação e ela representa por si só o registro do desenvolvimento da humanidade ao longo da história. Apoiar uma curadoria de arte e a perpetuação dessa arte através da conservação de um acervo e o registro dele é fundamental para que a base da educação tenha continuidade a partir das referências do passado, pensando no presente e olhando para o futuro”, revela.

Fotos – Marcelo Freitas

 

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