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XVII Jornada Farmacêutica discute tendências profissionais

Jornada discutiu profissão e mercado de trabalho

às 22h15
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Profissionais, egressos e acadêmicos de Farmácia estiveram reunidos de 28 a 30 de outubro discutindo as possibilidades de atuação do farmacêutico durante a XVII Jornada Farmacêutica da Universidade Tiradentes, realizada no Campus Farolândia.

A programação foi composta minicursos, palestras e apresentação de trabalhos científicos. Entre os temas discutidos estão análises clínicas; imunização na farmácia comunitária; farmácia hospitalar; manipulação de medicamentos veterinários como explicou a coordenadora do curso, Juliana Dantas.

“Este ano, trouxemos a temática do farmacêutico do século XXI, com o que tem de mais novo na profissão como análises clinicas e manipulação de medicamentos veterinários.  Tivemos programação manhã, tarde e noite e, este ano, tivemos mais de 50 trabalhos inscritos para submissão. Desses, 33 foram selecionados como melhores”.

Farmacêutico por formação, pesquisador e doutor em Química Farmacêutica, Hélio Santa Rosa foi o palestrante da noite de abertura e ressaltou a importância da Jornada para a formação do acadêmico. “Minha palestra traz mais uma oportunidade de atuação do farmacêutico e chama atenção para as patentes sobre sua importância, o que a sociedade e os profissionais ganham. A universidade não é um segmento do segundo grau, é uma oportunidade que pode mudar a vida do estudante de farmácia. Temos que prepará-los para o mercado de trabalho. A Unit tem um portfólio grande de patentes, essa iniciação científica é muito importante para o aluno”.

Jefte Mateus está no primeiro período e conta que resolveu participar da Jornada para conhecer melhor as áreas de atuação da Farmácia. “A expectativa é a aprendizagem, vou poder conhecer melhor a profissão que escolhi”.

Um dos homenageados da primeira noite foi o médico Roberto Gurgel, que foi professor do curso na formação da primeira turma. “Sinto-me muito bem quando tem atividade no curso de Farmácia porque me dediquei com muito carinho ao curso. Estou orgulhoso de ver ex-alunos e professores aqui. É um curso difícil, que exige habilidades e formação complexa. Ensinar é um exercício de imortalidade porque, de alguma maneira, permanecemos naqueles que fixaram nossas palavras. Estou muito feliz e orgulhoso pelo reconhecimento”.

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