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Seres moventes

"As pessoas precisam entender que estamos vivendo um novo momento civilizatório", revela palestrante

às 18h39
Durante palestra, professora da Unit explica para a comunidade universitária porque somos cidadãos moventes
A professora Andréa Karla e os cidadãos moventes
A professora Andréa Karla e os cidadãos moventes
Universitários participam de palestra na Semex
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“Cidadão movente e os desafios da sociedade contemporânea” é o título de uma das sete palestras programadas para esta quinta-feira, 14, no campus Farolândia, como parte integrante da programação da Semana de Extensão que a Universidade Tiradentes vem realizando em todos os seus campi e polos desde a última segunda-feira, quando o evento foi aberto oficialmente no Teatro Tobias Barreto.

O tema, pertinente para os dias atuais, despertou o interesse dos acadêmicos de diversos cursos que ocuparam as dependências do Auditório Padre Melo desde o início da tarde para as considerações da palestrante, professora Andréa Karla Nunes.

Utilizando uma linguagem condizente com a realidade dos jovens alunos, a docente, que é também gerente do Enade no Grupo Tiradentes, explicou o motivo pelo qual foi escolhido o tema.

“Vivemos numa sociedade permeada pelas tecnologias da informação e da comunicação. Por esse motivo, pensar em um cidadão linear, estático, é pensar num cidadão que não mais atende a este contexto atual, digital e virtual da sociedade”, reconhece.

Daí surge a pergunta: o que somos nós? “Nós somos moventes”, responde a palestrante, traduzindo a palavra pelo ato de não permanecermos estáticos. “Em uma sociedade onde a virtualidade é presente, onde conceitos como tempo e espaço tomam outras dimensões, onde o interferir e se relacionar com o outro não necessita mais do espaço físico, nada como ser movente”, explica.

Na condição de vida, na forma de olhar, perceber e conhecer o mundo, somos seres antiestéticos e essa condição nos leva a avançar rumo ao futuro utilizando uma linguagem contemporânea. “Quando insiro novas tecnologias, não se trata apenas de uma inserção física e, sim, de mudança de comportamento, de linguagem, de falas, de relacionamento e tudo isso é um processo civilizatório, e eu devo me ver nessa sociedade movente, como um ser movente, entendendo que há um novo processo civilizatório”, conclui a professora Andréa.

Acompanhe  aqui a programação da Semex

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