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Aluno de Arquitetura e Urbanismo cria projeto com tecnologias sociais

O estudante Mateus Mâcedo, produz na Iniciação Científica (IC) projeto utilizando taipa modular e blocos de terra comprimida como tecnologias sociais 

às 21h07
Aluno do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unit, Mateus Mâcedo
Aluno do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unit, Mateus Mâcedo
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É durante a graduação que o estudante tem a oportunidade de conhecer o universo científico, conhecendo laboratórios, professores-pesquisadores que contribuem com diversas linhas de pesquisas que culminam na resolução de problemas reais da sociedade. Foi por meio da Iniciação Científica (IC) que o aluno do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Tiradentes (Unit), Mateus Mâcedo, realizou uma pesquisa sobre taipa modular e blocos de terra comprimida como tecnologias sociais em Sergipe.

Mateus conta que foi convidado pelo seu antigo professor, Ms. Leonardo Maia, que submeteu o seu projeto de pesquisa juntamente com sua colega, Ana Clara Cardoso. “Participar da Iniciação Científica foi um avanço na minha vida universitária. Foi uma experiência muito importante para meu desenvolvimento acadêmico”, explica. 

Ele conta que o tema da pesquisa foi pensado para encontrar soluções baratas, acessíveis, sustentáveis e modernas, respeitando o modo de construção tradicional que podem ser usadas na Arquitetura e Urbanismo. “Usar a taipa modular e blocos de terra comprimida como tecnologias sociais em Sergipe pode ajudar a população mais carente. Pesquisar sobre o tema, lidar com pessoas de uma realidade totalmente diferente da minha, entender o cotidiano e estilo de vida deles e com a pesquisa estudá-los e tentar contribuir de alguma maneira, foi muito enriquecedor e inspirador para continuar estudando e buscando soluções para problemáticas sociais relacionadas com a área de arquitetura e urbanismo”, afirma.

Durante a produção da pesquisa, o estudante pode coletar dados de maneira interativa com sua parceira de projeto. “Devido à integração com as oficinas realizadas pelo Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação (IPTI), com atividades teóricas e práticas, as quais pudemos aplicar de fato a tecnologia social, ensinar e adequar aos moradores locais a melhor forma de construir com terra e dar a eles a autonomia para executarem, e até venderem esse trabalho foi muito gratificante”, ressalta.

Cursando o 8º período, Mateus diz que pretende continuar pesquisando sobre novas tecnologias acessíveis. “Essa pesquisa me mostrou a importância de produzir ferramentas para atender as necessidades da população. Pretendo continuar aproveitando as oportunidades que são oferecidas na Unit para criar novos projetos”, conclui. 

 

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