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Aluno de Mecatrônica vai para a 15ª melhor IES do mundo

Depois de aprender a falar mandarim em Taiwan, jovem acadêmico parte para aprimoramento do inglês nos Estados Unidos

às 15h07
Luiz David está sempre envolvido com pesquisas e atento às oportunidades
Luiz David está sempre envolvido com pesquisas e atento às oportunidades
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Luiz David da Cunha Oliveira é aluno do 3º período do curso de Engenharia Mecatrônica da Universidade Tiradentes e, apesar da pouca idade, 21 anos, acumula um invejável currículo por conta da experiência adquirida em Taiwan, onde morou durante um ano fazendo intercâmbio para aprimoramento do mandarim, idioma chinês.

Agora o acadêmico já vive a expectativa de mais uma experiência a partir de agosto, desta vez em Baltimore, a cidade mais populosa do Estado de Maryland, nos Estados Unidos. Luiz David permanecerá durante um ano como bolsista do programa Ciência Sem Fronteiras e estudará na Johns Hopkins University, a 15ª melhor universidade do mundo.

Empreendedor nato, David começou a pesquisar sobre as mais conceituadas universidades dos Estados Unidos desde que entrou na Unit. Feita a escolha, se inscreveu no programa do Governo Federal que oferece bolsas de intercâmbio a estudantes brasileiros com bom desempenho acadêmico.

“Vi que através do Ciências Sem Fronteiras tinha excelentes chances de melhorar o meu inglês, minha propriedade intelectual na área da Engenharia e o conhecimento em empreendedorismo, para poder ajudar as outras pessoas”, revela Luiz David, que sempre procurou participar de estágios voluntários e projetos de pesquisa na Unit.

Relações Internacionais

O primeiro passo para que o estudante possa ter sucesso em um programa de intercâmbio é procurar a Coordenação de Relações Internacionais do Grupo Tiradentes, assim como fez Luiz David. “Ao revelar quais são os seus desejos, o acadêmico recebe a necessária orientação porque nosso objetivo é o encaminhamento de um número cada vez maior de alunos para fora do Brasil, desde que atendam aos critérios de excelência na qualidade e observando sempre se aquela instituição específica vai agregar valor ao intercambista”, pondera o coordenador de Relações Internacionais, professor Matheus Batalha Nery.

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