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Combate às fake news é tema de sessão especial na CMA

Realizada em comemoração ao dia do jornalista, a sessão abriu espaço para a importância de discutir a temática com a sociedade e especialistas

às 20h22
Mesa composta pelos palestrantes (Fotos: Álvaro Müller)
Mesa composta pelos palestrantes (Fotos: Álvaro Müller)
Foto: Victor Siqueira
Vereador e jornalista egresso da Unit, Lucas Aribé (Fotos: Álvaro Müller)
Professora Juliana Almeida (Fotos: Álvaro Müller)
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Convidada pelo vereador de Aracaju e jornalista egresso da Universidade Tiradentes Lucas Aribé, a professora do curso de Comunicação Social da Unit Juliana Almeida foi uma das palestrantes da sessão especial realizada na manhã desta segunda-feira, 9, na Câmara Municipal de Aracaju – CMA. O tema debatido foi sobre notícias falsas, as chamadas fake news, que tanto preocupam jornalistas.

“Na verdade, existe hoje um problema que não deve ser só discutido e combatido pelos jornalistas ou pelos comunicadores, mas a sociedade precisa ser incluída nesse debate, as pessoas precisam saber o que são as fake news, pois elas estão aí para tumultuar o debate público, para confundir a opinião pública, e isso é um problema muito sério”, alerta Juliana.

Idealizada pelo vereador Lucas Aribé, a sessão reuniu ainda outros dois debatedores, o jornalista e publicitário Cícero Mendes e o presidente do Sindicato dos Jornalistas de Sergipe, Paulo Sousa. “Esse tema da sessão especial é de grande importância para nós jornalistas que acompanhamos diversas notícias falsas nas redes sociais e jornais, compartilhadas sem responsabilidade. O jornalista responsável deve apurar determinado fato e só compartilhar a verdade”, destacou o vereador.

Deep fakes

Segundo Juliana Almeida, a preocupação com o compartilhamento de falsas notícias tem aumentado cada vez mais. Assim, o estágio de produção da falsa informação está tão avançado (criação de template e URL semelhantes aos veículos de credibilidade) que gerou uma nova fake news, a deep fake, que é uma falsa notícia ainda mais difícil de identificar pela dedicação. “As deep fakes têm uma sofisticação tecnológica tão grande que fica difícil você achar que aquilo seja mentira”, afirmou a professora.

Ainda de acordo com a professora, é necessário despertar a consciência da população para combater a propagação das fake news. “O mais importante desse processo é procurar a origem, verificar se realmente foi escrita por jornalistas e procurar a fonte, se tem em outros portais e em outros veículos de credibilidade noticiando o assunto. Esta é uma questão que envolve a democracia, por isso que temos que tomar muito cuidado”, conta Juliana.

Com informações da Asscom L. Aribé

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