O concurso, que acontece logo mais às 19h40 na quadra poliesportiva 2 do Campus Farolândia, e serve como medida de eficiência, é um pretexto da professora para que seus alunos possam desenvolver ainda mais atividades de interação, tão necessárias ao profissional da área.
“No início da apresentação é feito um histórico sobre as quadrilhas. É também levado em conta a indumentária, a organização, participação nos ensaios e participação na coreografia”, diz a professora que encontrou na atividade acadêmica a oportunidade de incentivar o trabalho em equipe e de avaliar seus alunos levando-os a conhecer e a preservar a cultura nordestina que neste período reverencia a trilogia Antônio, João e Pedro. “Poucos passaram por essa experiência de dançar e se apresentar publicamente. Eu acho que isso é importante para a formação na nossa área de Educação Física”, justifica a docente.
O aluno e também marcador da quadrilha Arrasta-pé (a primeira a se apresentar) Ivo Leonardo Rodrigues Silva considera importante que a atividade acadêmica esteja estreitamente ligada à oportunidade de valorizar e preservar a cultura local. “Somos os primeiros e desejamos que muitas outras ideias como essa possam promover a interação entre a academia e as nossas manifestações culturais”, confessa.