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Educação Física promove congresso e mobiliza acadêmicos


às 19h39
O público que prestigia o evento
O público que prestigia o evento
O acadêmico Esdras Lima
O palestrante Fábio Silva
Grupo Um Quê de Negritude
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A realização do 1º Congresso de Educação Física, aberto oficialmente na noite da segunda-feira, 23, reuniu no auditório A do bloco G estudantes, professores e profissionais que se destacam no cenário sergipano e fora dele.
O evento destinado também para alunos dos polos da EAD teve transmissão simultânea desde a abertura, com a apresentação do grupo Um Quê de Negritude, formado por alunos do Colégio Atheneu Sergipense.
“A temática apresentada é importante no contexto em que estamos vivendo, porque discute a questão da diversidade e da inclusão no cotidiano dos estudantes”, salienta coordenadora do curso presencial, professora Lisane Dantas.
A docente reconhece que o tema propõe entender o desafio de sala quando se faz necessário lidar com a diversidade e a inclusão. Ela também reconhece que a profissão está valorizada e que o envelhecimento da população representa um dos fatores para que isso ocorra.
“Por representar um dos tripés da universidade, as ações de extensão realizadas pelo curso contam sempre com o integral apoio da Coordenação de Extensão”, comenta o responsável pela área, professor Geraldo Calasans.
Prestes a concluir sua graduação presencial, o bacharel Esdras Lima Santos está habituado a participar dos eventos promovidos pela coordenação, motivo pelo qual ele considera de fundamental importância a relação que se estabelece entre a teoria e a prática.
“Vejo que essa profissão me oferece um campo muito amplo. Existem diversas áreas em que você pode trabalhar, e a gerontologia é uma dessas áreas que vêm oferecendo grandes oportunidades”, comenta Esdras.
O palestrante de abertura, professor Fábio José Antônio da Silva, desembarcou da cidade paranaense de Arapongas na Unit para oferecer aos alunos sua experiência profissional com abordagem sobre corpo, saúde mental e depressão.
“A ideia é observar o quanto os jovens acadêmicos e até mesmo a própria comunidade tem utilizado o corpo para se movimentar”, pondera o conferencista.

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