A realização do 1º Congresso de Educação Física, aberto oficialmente na
noite da segunda-feira, 23, reuniu no auditório A do bloco G estudantes,
professores e profissionais que se destacam no cenário sergipano e fora dele.
O evento destinado também para alunos dos polos
da EAD teve transmissão simultânea desde a abertura, com a apresentação do
grupo Um Quê de Negritude, formado por alunos do Colégio Atheneu Sergipense.
“A temática apresentada é importante no contexto
em que estamos vivendo, porque discute a questão da diversidade e da inclusão
no cotidiano dos estudantes”, salienta coordenadora do curso presencial,
professora Lisane Dantas.
A docente reconhece que o tema propõe entender o desafio de sala quando se faz
necessário lidar com a diversidade e a inclusão. Ela também reconhece que a
profissão está valorizada e que o envelhecimento da população representa um dos
fatores para que isso ocorra.
“Por representar um dos tripés da universidade, as ações de extensão realizadas
pelo curso contam sempre com o integral apoio da Coordenação de Extensão”,
comenta o responsável pela área, professor Geraldo Calasans.
Prestes a concluir sua graduação presencial,
o bacharel Esdras Lima Santos está habituado a participar dos eventos
promovidos pela coordenação, motivo pelo qual ele considera de fundamental
importância a relação que se estabelece entre a teoria e a prática.
“Vejo que essa profissão me oferece um campo
muito amplo. Existem diversas áreas em que você pode trabalhar, e a
gerontologia é uma dessas áreas que vêm oferecendo grandes oportunidades”,
comenta Esdras.
O palestrante de abertura, professor Fábio José
Antônio da Silva, desembarcou da cidade paranaense de Arapongas na Unit para
oferecer aos alunos sua experiência profissional com abordagem sobre corpo,
saúde mental e depressão.
“A ideia é observar o quanto os jovens
acadêmicos e até mesmo a própria comunidade tem utilizado o corpo para se
movimentar”, pondera o conferencista.
Educação Física promove congresso e mobiliza acadêmicos
às 19h39