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Grupo de acadêmicos fomenta discussões jurídicas

A cada semestre é discutido um tema macro e, quinzenalmente, o grupo que é pioneiro no país, aborda questões relacionadas em encontros que agregam novos participantes

às 23h01
Criado por acadêmicos de Direito da Universidade Tiradentes com o objetivo de fomentar discussões sobre temas específicos da área jurídica o Grupo de Estudos Pontes de Miranda vem atraindo a atenção de estudantes, professores e convidados que se participam de encontros periódicos como o que ocorreu na tarde dessa segunda-feira, 12, na sala oito do bloco D, no Campus Farolândia. Na oportunidade o professor da casa Rivaldo Salvino falou sobre o Direito Penal.
Pedro Menezes , idealizador do grupo de estudos
Pedro Menezes , idealizador do grupo de estudos
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Membro desde sua criação em 2015, Alberto Hora Mendonça Filho, 8º período, lembra que o grupo é vinculado à Unit como projeto de extensão e se reúne quinzenalmente para colocar em pauta temas que apresentem relevância para os estudiosos do Direito.  “Participam do grupo alunos de todos os períodos estando aberto, inclusive, para o público externo”, salienta o acadêmico. Ele revela que o grande segredo do grupo é não apenas falar sobre o conhecimento jurídico, mas, atrelar tudo o que é necessário à prática, principalmente a oratória, recurso indispensável na atividade jurídica. O grupo é formado pelos acadêmicos Alberto Hora, Diego Prado, Pedro Menezes, Raphael Goes e Roger Ribeiro.

Pedro Menezes Feitosa Neto, outro membro e diretor do Grupo Pontes de Miranda também no 8º período foi quem lançou a proposta para os demais colegas de fazer algo que se assemelhasse a uma monitoria. “Lançada a proposta concluímos de que seria melhor fazer algo parecido com as ligas de Medicina. Ai surgiu a ideia do grupo que é uma iniciativa pioneira no país e do qual eu me orgulho muito”, revela o acadêmico.

“Esse grupo de estudos traz uma reflexão e uma amplitude que é muito importante para toda a comunidade acadêmica, principalmente porque trabalha todas as discussões em várias áreas do Direito, inclusive a do Direito Penal onde a oralidade é bastante requisitada”, diz o professor Rivaldo Salvino. Na condição de docente da instituição no curso que acaba de ser avaliado com o conceito cinco pelo MEC, o doutor Rivaldo acredita que tanto o grupo, quanto a instituição caminham em direção a excelência.

DIREITO1

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