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ITBEC: espaço de memória e preservação da história de Sergipe

Com um patrimônio de 25 mil peças, o Instituto Tobias Barreto de Educação e Cultura preserva um dos acervos mais importantes da história do Estado.

às 16h14
Biblioteconomista Alda Teresa Nunes, especialista em Documentação e Gestão de Arquivos Empresariais e Culturais
Biblioteconomista Alda Teresa Nunes, especialista em Documentação e Gestão de Arquivos Empresariais e Culturais
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Criado pelo o jornalista e historiador Luiz Antônio Barreto e abraçado pela Universidade Tiradentes, o Instituto Tobias Barreto de Educação e Cultura (ITBEC) abriga de um dos acervos mais importantes da história de Sergipe.  Inaugurado em 1997, à rua Duque de Caxias, no bairro São José em Aracaju, o ITBEC mudou de endereço em 2011, passando a ocupar todo segundo andar da Biblioteca Central da Unit, no campus Farolândia, zona sul de da capital.

De acordo com a Biblioteconomista Alda Teresa Nunes, especialista em Documentação e Gestão de Arquivos Empresariais e Culturais, o espaço é dedicado à memória e preservação da história e cultura de Sergipe.

“Entende-se que, um acervo garimpado pela pessoa que foi o Dr. Luiz Antônio Barreto, homem político, culto, com vasto histórico de contribuição à universitários, pesquisadores, escritores de modo geral, com certeza foi impregnado um valor a este. Desta forma, tem grande relevância para a sociedade sergipana”, ressalta.

O acervo é composto por 25 mil títulos, nos variados suportes e área do conhecimento, dispondo ainda de documentos arquivísticos.

“Estão classificados e catalogados de acordo com os padrões biblioteconômicos, no sistema PERGAMUM, 5.036 títulos e 6.256 exemplares. Outros materiais ainda estão passando por uma triagem e tratamento técnico, visando compor um inventário geral do acervo”, explica Alda Nunes, Bibliotecária de Processos Técnicos do ITBEC.

Aberto para toda comunidade acadêmica, interna e externa, referência para estudiosos e acadêmicos, o Instituto Tobias Barreto de Educação e Cultura está, atualmente, com as atividades suspensas em atendimento aos decretos governamentais e protocolos de biossegurança adotados pela Unit.

“Normalmente é frequentado por pesquisadores acadêmicos e estudiosos de modo geral. A utilização se dá no tocante a pesquisa sobre história, memória e cultura, sobretudo sergipana. No momento as atividades estão suspensas. Assim que for liberado o acesso, seguiremos as orientações da instituição”, finaliza.

 

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