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Mestrando do PBI desenvolve pesquisa nos EUA

Na instituição norte-americana Wayne State University, Bruno Humia desenvolve pesquisa na área de nano medicina.

às 17h02
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Francine Padilha,  Bruno Humia e Ester Fraga comemoram mobilidade acadêmica

Francine Padilha, Bruno Humia e Ester Fraga comemoram conquistas do PBI

Bruno Humia é mestrando do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia Industrial (PBI) da Universidade Tiradentes e durante seis meses realizou mobilidade acadêmica para desenvolvimento de pesquisa na Wayne State University (WSU), universidade localizada na cidade de Detroit, Michigan, Estados Unidos. A oportunidade foi importante não apenas para o estudante desenvolver seu projeto na área de nano medicina, mas para conhecer laboratórios de ponta e profissionais renomados da pesquisa.

“A pesquisa envolve células placentárias. Esta célula serve como uma espécie de filtro do que vai passar ou não para o feto durante a gestação. A ideia é usar uma nano partícula capaz de controlar o transporte de fármacos para o feto. Nosso objetivo é verificar a capacidade da célula da placenta interagir com a nano partícula permitindo ou não sua passagem”, explica Bruno, primeiro aluno do PBI a participar da mobilidade acadêmica. Uma vez verificada essa interação será possível criar novos tipos de remédios acessíveis a mulheres grávidas. “Remédios que possam ser utilizados por essas mulheres sem que eles afetem o feto. Até mesmo, algum remédio de tratamento para o feto ou exclusivamente a mãe”, completa.

O estudo foi desenvolvido com a participação dos professores orientadores da pesquisa, o pesquisador do Department of Chemical Engineering and Materials Science e especialista no assunto, Dr. Sandro Roberto Possatti da Rocha, e da coordenadora do PBI na Unit, Dr.ª Francine Ferreira Padilha. Para a coordenadora do Programa na instituição, a mobilidade demonstra a boa internacionalização do PBI. “A área de biotecnologia é totalmente estratégica tanto para o Estado, quanto para o País. E o trabalho de Bruno é extremamente inovador. Ele é o primeiro aluno do Programa que desenvolveu pesquisa nos EUA, dentro de outro objetivo do PBI que é alavancar a área de nanomedicina. Foi muito encorajador”, avalia Padilha.

Para Bruno, a experiência possibilitou troca de conhecimento, interação com estudantes de diversos países e com outras pesquisas na instituição norte-americana. “Junto a alunos da China, participei do projeto envolvendo um fármaco acoplado a uma nano partícula e seu processo de biodistribuição em pulmão de camundongos. É um princípio de pesquisa para desenvolvimento de um novo fármaco. Também desenvolvi um sistema in vitro deste mesmo projeto. Houve uma troca cultural muito grande com estudantes de outros países, como por exemplo, dos Estados Unidos, China e Índia. Foi uma experiência muito desafiadora”, conta o mestrando.

Em dois anos, o Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia Industrial (PBI) da instituição elevou a nota de 3 para 4 perante a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), conquistou a aprovação do doutorado, contratou pesquisadores para atuação no PBI e se destaca em pesquisas e projetos no Brasil. Para a diretora de Pesquisa e Extensão, Ester Fraga Vilas-Bôas, a mobilidade de pesquisadores e alunos em instituições nacionais e internacionais representa a consolidação do Programa. “A questão da mobilidade acadêmica é uma ação importante na consolidação dos projetos de pesquisas que temos, de convênios com universidades estabelecidos, não somente no Brasil, mas no exterior. E a Universidade Tiradentes se destaca porque ela prima pela qualidade do ensino que oferece”, observa Ester Vilas-Bôas.

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