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Pesquisa é um dos caminhos para ascensão profissional

Iniciação científica contribui para estudantes lapidarem habilidades e se destacarem desde cedo na pesquisa

às 21h12
Milson:
Milson: "A participação em projetos e o envolvimento em eventos são muito importantes"
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Milson: "A participação em projetos e o envolvimento em eventos são muito importantes"

Milson: “A participação em projetos e o envolvimento em eventos são muito importantes”

Por influência de um amigo de curso o estudante Milson Barbosa deu os primeiros passos para começar na pesquisa. O convite para o acadêmico do 9º período de Engenharia de Petróleo da Universidade Tiradentes ingressar na iniciação científica surgiu há pouco mais de três anos, no Núcleo de Sistema Coloidais – Nuesc. Lá, Milson atua na área de tratamento de emulsões de petróleo pesado, no setor de processamento primário.

“Nunca me imaginei trabalhando em laboratório, com pesquisa. Mas como tive esta oportunidade, não quis desperdiçar. Acabei me identificando com esta área, laboratório e, agora, penso em fazer mestrado e doutorado”, afirma o estudante.

Milson é um dos 250 estudantes da Unit que são bolsistas ou voluntários de programas de pesquisa, como por exemplo, o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica – Pibic; Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica – Probic; Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação – Pibiti; e o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Tecnológica e Inovação – Probiti. Segundo a coordenadora da Coordenação de Pesquisa da Unit, Dr.ª Andrea Versuti, através da pesquisa, o aluno abre novas possibilidades profissionais.

“São vários benefícios que o aluno ganha ao ingressar na iniciação científica. Ele passa a se envolver nos projetos de forma mais ativa, tem contato direto com a pesquisa, tem mais possibilidade de continuar na carreira porque depois o professor poderá encaminha-lo para o mestrado, o currículo dele estará bem mais preparado e fica mais apto para o mercado profissional. Existe uma troca, pois ao mesmo tempo que ele contribui para realização de projeto do professor, ele tem ideias para futuros projetos”, salienta Andrea Versuti.

Oportunidade que Milson Barbosa fez questão de aproveitar. Durante a pesquisa, ele percebeu que havia possibilidades de desenvolver trabalhos e potencializar diversas habilidades. “Você aplica no laboratório o que aprende em sala de aula e percebe que isso gera resultados para publicação de trabalhos e artigos”, acrescenta. E a consequência de tanta dedicação não poderia ser outra.  Recentemente, o acadêmico teve o artigo ‘Quebra de emulsões de petróleos pesados via micro ondas com auxílio de líquidos iônicos’ publicado na revista científica Energy & Fuels. “São oportunidades geradas através da iniciação científica. Por isso a participação em projetos e o envolvimento em eventos são muito importantes”, ressalta.

Para quem tem interesse em participar das ações de pesquisa fica a dica. “A melhor estratégia que vejo é o aluno procurar no quadro docente do seu curso, os professores que desenvolvem pesquisa, pedir orientação aos coordenadores para identificar esses profissionais e ficar atento as datas de editais de bolsas que são divulgados em julho e fevereiro”, sugere Andréa Versuti.

Conheça mais a coordenação de pesquisa e os editais.

Fotos: Marcelo Freitas

 

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