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Projeto orienta sobre como o adulto deve proceder em casos de acidentes com crianças em sala de aula


às 22h47
As orientações são dadas pelos acadêmicos supervisionados pelos professores
As orientações são dadas pelos acadêmicos supervisionados pelos professores
De cócoras, Vânia Neres observa a simulação
Ana Carolina e Raíssa Freitas
O professor Renato elaborou a parte técnica
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Oferecer capacitação em primeiros socorros ao corpo escolar das escolas de ensino infantil e fundamental das redes pública e privada da capital sergipana é o principal objetivo do projeto desenvolvido na manhã do sábado, 13, nos laboratórios da área da saúde da Unit.

Idealizado pelo professor de Medicina Daniel Neves Pinto o projeto teve sua prática aplicada por acadêmicos do curso através da Liga Acadêmica de Urgência e Emergência de Sergipe e contou as presenças de profissionais que no dia-a-dia lidam com crianças em ambientes escolares.

Coube ao professor Daniel a captação dos participantes e ao professor Renato Morais de Almeida Mesquita Júnior (da disciplina Urgência e Emergência), a responsabilidade pela montagem da parte técnica do treinamento das aulas e simulações.

“A ideia é ensinar o que deve ser feito em caso de acidentes para que vidas possam ser salvas”, pondera o idealizador do projeto, o médico e professor Daniel Neves.

A iniciativa fez com que os alunos de Medicina da Unit elaborassem através de pesquisas 12 estações com temas específicos e com linguagem adequada ao entendimento do público participante. Cada estação teve durabilidade de 30 minutos, tempo suficiente para demonstrações práticas do que se faz necessário em caso de acidentes.

“Muitas vezes o que os leigos fazem no intuito de ajudar acaba piorando muito a situação do paciente na hora da gente tratar. A intenção é antes de tudo evitar maiores complicações para o paciente e, se possível, ajudar um pouco mais”, esclarece o docente.

A avaliação da iniciativa feita pela acadêmica Raíssa Freitas Borges é bastante positiva. “Com o conhecimento básico sobre como devem ser feitos os procedimentos é possível evitar que acidentes infantis sejam agravados”, pondera.   

Ana Carolina Gonçalves concorda com a opinião da colega Raíssa sobre a importância da ação porque dá oportunidade aos próprios alunos de se familiarizar com o exercício profissional desde o início da graduação. “Acho muito bacana poder passar para as pessoas que não dispõem ainda desse conhecimento a chance de adquiri-lo”.

Vânia Neres Tertulino da Silva, uma das professoras do maternal que passou pela capacitação considerou a iniciativa de grande importância pela chance que teve de aprender sobre as ações específicas para cada ocorrência.  
“Para nós que somos professores e que cotidianamente presenciamos situações desse tipo em sala de aula é muito bom e desenvolve bastante os nossos conhecimentos”, afirma.

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