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Resag 2015

Congresso Internacional discute desafios e soluções locais e nacionais para gestão da água e monitoramento ambiental

às 13h22
Diante do panorama brasileiro de crescimento populacional e desenvolvimento econômico, aliados a um cuidado precário, em regra, dos recursos hídricos nacionais, o país vislumbra a necessidade de debater os rumos que se apresentam à sociedade como um todo no que tange ao consumo sustentável das águas. Foi com objetivo de discutir a Gestão da Água e Monitoramento Ambiental: desafios e soluções locais e nacionais, que desde a última quarta-feira, 09, acontece o 2º Congresso Internacional Resag 2015.
Vera Lúcia, coordenadora geral do Resag, realiza abertura do evento
Vera Lúcia, coordenadora geral do Resag, realiza abertura do evento
Francisco Dantas, da SEDETEC, enfatiza importância do evento
Coral da Deso participa de solenidade de abertura
Abertura do Resag 2015
Abertura do Resag 2015
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“A questão da continuidade do fornecimento e garantia de disponibilidade de água no futuro é vital para a população mundial. Muito embora seja vital, apenas recentemente a população nacional e o setor produtivo adotaram uma postura mais consciente ante as esferas de governo, demandando que os recursos hídricos e ambientais brasileiros sejam geridos de forma melhor planejada e mais responsável”, declarou Vera Maria Ponçano, coordenadora geral da Rede de Saneamento e Abastecimento e Água – Resag.

A Universidade Tiradentes é uma das parceiras do evento que conta com apoio de diversas entidades de ensino e pesquisa, além de órgãos do governo federal, municipal e estadual. Com abordagem em perspectivas tecnológicas, econômicas e sociais, são discutidas questões referentes ao planejamento e execução de políticas públicas voltadas à garantia da continuidade do fornecimento e disponibilização de água e seu monitoramento no meio ambiente.

Para Francisco Dantas, Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia de Sergipe, presente na abertura, ratificou a importância da realização do evento em Sergipe. “Sediar um Congresso como este, transcende as barreiras do nosso estado, é relevante para a humanidade. Precisamos construir rapidamente um planeta preparado para as novas gerações, mais justa e igualitária. Além da troca de conhecimentos, discutir a questão da água para o mundo”, comentou.

Pesquisadores e professores de 13 estados brasileiros, além dos palestrantes internacionais vindos dos Estados Unidos, Inglaterra, Nova Zelândia e Colômbia participam do evento com mais de 400 inscritos.

“A ideia é não ficar apenas no polo de São Paulo e como a acolhida foi muito boa decidimos fazer aqui. O pensamento futuro da água passa necessariamente pela questão da preservação ambiental e da coleta e tratamento do esgoto. O último dia será apenas dos palestrantes internacionais, com a discussão voltada à qualidade no sentido amplo e com especificidade daquilo que são recursos tecnológicos de laboratórios.”, finalizou Vera.

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