V E S T I B U L A R 2017.2
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Semana da Consciência Negra da Unit

A abertura oficial do evento acontece no dia 22, às 13 horas, com uma vasta programação

às 19h49
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Durante o evento que ocorre dias 22, 25 e 26, alunos, professores, pesquisadores e militantes sociais que se interessam pelos debates promovidos em torno do tema das relações raciais no Brasil contemporâneo têm encontro marcado na Unit.

A programação de abertura tem como local a sala 9 do bloco D, com uma palestra proferida pelo doutorando em Direito Eduardo Santiago, discutindo “O racismo simbólico e os resquícios da afirmação”.

Um dos destaques da programação é a conferência magna que a Secretária de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Ministério da Justiça e Cidadania, doutora Luislinda Valois, fará às 10 horas do dia 25, na sala 8 do bloco D.

A reflexão em torno do Direito e das relações raciais se constitui num campo novo na abordagem acerca do racismo e suas implicações na sociedade brasileira. A ausência de preocupação acadêmica com o assunto reflete o descaso político e a amplitude do mito da democracia racial brasileira.

Deste modo, coloca-se, hoje, como um desafio inadiável para a universidade brasileira a construção de espaços teóricos e práticos de articulação do acúmulo experimentado no campo dos movimentos negros e da tradição jurídico-institucional de resolução dos conflitos raciais no interior da sociedade. “Esse evento emerge com o objetivo de analisar os principais dilemas da questão negra na sociedade brasileira contemporânea em uma perspectiva interdisciplinar para compreender as relações étnico-raciais no País e também os sistemas de garantias de direitos e de políticas promocionais para os grupos étnicos vulnerabilizados”, salienta o organizador, professor Ilzver Matos.

Em 2015, a ONU, ao declarar esta década como a Década de Afrodescendentes, define que a comunidade internacional reconhece que os povos afrodescendentes representam um grupo distinto cujos direitos humanos precisam ser promovidos e protegidos. Cerca de 200 milhões de pessoas autoidentificadas como afrodescendentes vivem nas Américas. Muitos outros milhões vivem em outras partes do mundo, fora do continente africano.

Participe!

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