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Tendências e cenários para o ensino superior é tema de encontro na Unit

O consultor em educação superior, Ryon Braga reflete sobre as tendências e cenários para o ensino superior pós-pandemia.

às 14h58
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Nesta quarta-feira, 13, a reitoria da Universidade Tiradentes promoveu um encontro com gestores da instituição e o consultor em educação superior, Ryon Braga para uma reflexão sobre as Tendências e Cenários para o Ensino Superior Pós-Pandemia e Perspectiva de Mercado para o EAD. O momento aconteceu na arena do Tiradentes Innovation Center, no campus Unit Farolândia, com transmissão para as unidades do Grupo Tiradentes.

“O ensino superior está passando por um momento de instabilidade e desafios, principalmente no pós-pandemia, então trouxemos o Ryan Braga, que é muito antenado no que está acontecendo no ensino superior, enquanto consultor e parceiro para trazer algumas provocações, uma visão externa, que possam agregar à nossa realidade”, diz o vice-reitor da Unit, Jouberto Uchôa Júnior. 

“Gosto muito de quando paramos para refletir, termos contribuições externas. Assim, saímos da nossa caixa, ouvimos o que as pessoas estão dizendo e a partir disso conseguimos insights interessantes para o novo momento que esperamos do ensino superior e da Universidade Tiradentes”, complementa.

De acordo com o consultor Ryan Braga, o cenário do ensino superior passa por um momento de incertezas, após um fluxo crescente de mudanças tecnológicas e metodológicas aceleradas pela pandemia. “Agora, o setor pós-pandemia se reestrutura analisando o que de mudança veio para ficar, o que volta a ser como era (e quase nada volta a ser como era), o que de fato agrega valor na formação do universitário, como a tecnologia deve ser utilizada, o acesso à informação através da internet e como deve ser feita a integração de modelos virtuais e presenciais”,

“As mesmas indagações que a sociedade vive, a educação superior também vive: o quanto o virtual agrega valor e o quanto o presencial faz falta”, acrescenta. Com essa reestruturação, a Educação a Distância (EaD) chega com novas perspectivas mercadológicas, porém de adaptações. “O EaD teve um crescimento muito grande. As pessoas passaram a vê-lo de uma forma com menor rejeição do que viam antes, mas também passa por perspectivação, mudanças para que agreguem mais valor do que o modelo antigo de EaD que existia antes da pandemia no Brasil”, conclui.

Entre essas mudanças que o consultor aborda, como a justaposição entre os três momentos a serem integrados (síncronos, assíncronos e presenciais), definirá o modelo pedagógico das instituições de ensino. Essa integração trará novas possibilidades para os estudantes, tornando-o mais proativo e protagonista do seu próprio processo de ensino-aprendizagem.

 

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