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Tese de doutorado sobre Sinaes é reflexo de atuação diária

Atuação de José Adailton na Unit à frente da CPA o estimulou a buscar mais conhecimento sobre o Sinaes e apresentou sua tese de doutorado

às 19h15
Tema do doutora de José Adailton é: “Política de Ordenamento para Controle e Poder do Território”,
Tema do doutora de José Adailton é: “Política de Ordenamento para Controle e Poder do Território”,
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Com o tema “Política de ordenamento para controle e poder do território”, o professor da Unit EAD e presidente da Comissão Própria de Avaliação – CPA – da instituição José Adailton Silva obteve êxito em sua tese de doutorado apresentada na Universidade Federal de Sergipe no último dia 23.

Segundo ele, a análise desenvolvida na tese entende que o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – Sinaes – se estabeleceu como uma necessidade de controle da oferta de cursos e de instituições, assim que ocorreu a expansão do ensino superior no Brasil.

“O Sinaes foi implantado nas diferentes escalas geográficas, seguindo o modelo implantado na Europa, a partir do Tratado de Bolonha  objetivando medir a qualidade do ensino mediante metas de produtividade e eficiência de cursos e instituições”, explica José Adailton.

O doutorado

Durante o período da pesquisa, o professor teve apoio da bolsa de qualificação docente por um período de três anos. “A escolha do tema veio da prática profissional que desenvolvi na Universidade Tiradentes. No momento em que assumi a presidência da CPA, tive interesse de pesquisar sobre o Sistema Nacional de Avaliação dentro da ótica geográfica”, destaca.

Para ele, esse olhar geográfico é fundamental para o debate ao estabelecer a crítica ao Sinaes como condutor do discurso do desenvolvimento regional e como um instrumento de poder na regulação do território.

“Isso faz apontar para uma política condutora de discurso de qualidade, imposto por atores sintagmáticos que, envolvidos na implementação, discussão e embate contraditório entre a necessidade de regulação e controle, ordena o território e legitima a reprodução das desigualdades socioespaciais”, finaliza o doutor.

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