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Unit e ASL fazem entrega de prêmios de monografia

Os prêmios da primeira edição do concurso de monografia, instituído pelo Instituto Tobias Barreto, são entregues a acadêmicos da Unit

às 19h00
A professora Raylane ladeada pelos premiados. O primeiro lugar coube ao Leonardo Leite, de camisa vermelha
A professora Raylane ladeada pelos premiados. O primeiro lugar coube ao Leonardo Leite, de camisa vermelha
Acadêmicos reabrem os trabalhos da Academia
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Durante a sessão solene de retomada dos trabalhos da Academia Sergipana de Letras ocorrida na tarde dessa segunda-feira, 25, no prédio da Rua Pacatuba, local onde está instalada a entidade, ocorreu a entrega do prêmio de Monografia Luiz Antônio Barreto.

Instituído pelo Instituto Tobias Barreto, que tem sede na Biblioteca Central da Universidade Tiradentes, no Campus Farolândia, o prêmio em sua primeira edição objetiva valorizar a nova geração que vem produzindo trabalhos inspirados em pesquisadores como Luiz Antônio Barreto, que dedicou sua vida à valorização da cultura sergipana.

“O prêmio é um incentivo que se dá para que se pesquise, se escreva e se publique com o devido reconhecimento aos jovens participantes. A Academia Sergipana vem legitimar a iniciativa por ser uma casa que valoriza esse tipo de ação”, justifica a diretora do Instituto Tobias Barreto de Educação e Cultura, professora Raylane Andreza Dias Navarro Barreto. A docente acredita que os programas de pós-graduação e as licenciaturas em História, Letras e Geografia têm voltado seus olhares para a história local. “Nesse sentido, estamos valorizando essas pesquisas”, complementa Raylane.

Na opinião do acadêmico Leonardo Leite de Andrade, 8º período do curso de Psicologia da Unit e vencedor do 1º lugar do prêmio de Monografia LAB, a instituição do concurso permitiu-lhe falar sobre o Candomblé, que, em sua opinião, ainda é visto com certo preconceito dentro das academias.

Denominado “Da Tradição Oral-escrita, Cultura, Resistência e Caderno de Fundamentos”, seu trabalho fala sobre a mudança do Candomblé, que é um culto tradicionalmente de tradição oral, para uma tradição escrita com a formulação de diários que enfatizem toda a cultura que o negro trouxe para o Brasil. “É uma cultura que ainda luta bastante para sobreviver, apesar de ser vista de forma preconceituosa”, diz Leonardo, reconhecendo que o prêmio de primeiro colocado no primeiro concurso de Monografia do Instituto Tobias Barreto representa um grande estímulo para a continuidade das suas pesquisas.

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