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Unit é listada em dois rankings internacionais da Times Higher Education

As avaliações se baseiam em critérios relacionados à produção, apoio e divulgação de pesquisas realizadas por professores; em um dos rankings, a Unit foi a quinta mais bem colocada entre as brasileiras no critério ligado à internacionalização

às 21h28
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A Universidade Tiradentes (Unit) está presente em mais dois importantes rankings que avaliam e listam instituições de ensino superior em todo o mundo. Ambos foram elaborados e divulgados pela Times Higher Education (THE), plataforma britânica de notícias e inteligência de dados sobre educação superior. Esta é a primeira vez que a Unit é citada nestes rankings. 

Segundo o diretor acadêmico da Unit, professor Marcos Wandir Nery Lobão, o THE é amplamente considerado, ao lado do QS World University Rankings e do ARWU (Academic Ranking of World Universities, conhecido também como “Ranking de Xangai”), como um dos três rankings universitários mais prestigiados e rigorosos do mundo, que utiliza critérios baseados em dados auditáveis (bibliometria, citações, volume de pesquisa, transferência de conhecimento para a indústria). 

“Não se trata apenas de um ranking local; é uma vitrine global. Ser listado pelo THE coloca a Unit no mapa da educação mundial, validando sua qualidade perante a comunidade acadêmica internacional, investidores e parceiros estrangeiros. Entrar na lista significa que a instituição superou uma rigorosa barreira de entrada baseada em performance real. Ele permite comparar a Unit diretamente com as melhores universidades da América Latina e do mundo, utilizando a mesma régua”, afirma Wandir.

Em um deles, o THE Latin America University Rankings 2026, a instituição sergipana é uma das 223 universidades da América Latina que foram citadas na lista, dentro de um total de 53 universidades e faculdades brasileiras. Ele se baseia em cinco critérios: Ensino (o ambiente de aprendizagem); Ambiente de pesquisa (volume, receita e reputação); Qualidade da pesquisa (força da pesquisa, excelência da pesquisa e influência da pesquisa); Indústria  (rendimentos e patentes) e Perspectiva internacional (equipe, alunos e pesquisa). 

A Unit se destaca especificamente no critério de Perspectiva internacional, que mede a quantidade de publicações de artigos publicados em revistas estrangeiras, bem como a constância de alunos enviados ou recebidos na instituição para ações de intercâmbio. Neste quesito, a Unit foi a quinta mais bem colocada entre as universidades do Brasil, sendo superada apenas pela Universidade de São Paulo (USP), pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ), pela Universidade Federal do ABC (UFABC/SP) e pela Universidade Cidade de São Paulo (Unicid/SP). 

O segundo ranking com a presença da Unit é o Interdisciplinary Science Rankings 2026 (ISR), que reúne 1.267 instituições de todos os continentes do mundo. Desse total, 22 são brasileiras, sendo 20 públicas e apenas duas particulares: a Unit e a Universidade de Franca (Unifran/SP). Realizado a partir de questionários preenchidos por professores e pesquisadores das próprias instituições, o ISR é focado na pesquisa científica interdisciplinar produzida pelas universidades, baseando-se em três quesitos principais: entradas (financiamentos para a ciência), processo (estrutura física, carreiras e apoio administrativo) e resultados (reputação, publicações e aplicabilidade no mercado). 

Para o procurador institucional da Unit, professor José Adailton Barroso da Silva, as citações da Unit nos rankings da THE são um mérito resultante da dedicação, do conhecimento e do trabalho dos professores e pesquisadores. “Esses dados comprovam e só reforçam o papel dos nossos docentes no trabalho com a pesquisa e na divulgação das atividades de pesquisa, e também a infraestrutura que a universidade proporciona para que eles pudessem alcançar esses resultados. Ver uma instituição privada como a nossa, no menor estado da federação e com uma população não tão grande, estar ranqueada entre mais de 1.200 instituições de ensino no mundo, já é um grande feito. E quando a gente observa os indicadores específicos da pesquisa, a gente ressalta a importância dessa instituição e do fazer com que a gente tenha dados que se sobressaiam a instituições muito maiores”, ressalta. 

“Alunos e professores estão produzindo conhecimento junto com parceiros estrangeiros, o que facilita intercâmbios, dupla diplomação e acesso ao que há de mais moderno na ciência global. O aluno aprende em um ambiente onde a inovação acontece através da mistura de saberes, preparando-o para um mercado de trabalho complexo que exige visão sistêmica. Para o mercado de trabalho, um diploma de uma universidade ranqueada globalmente tem mais peso. Sinaliza que o profissional foi formado por um corpo docente de elite, capaz de publicar em revistas de alto impacto. Uma universidade forte em pesquisa atrai melhores professores, o que eleva a qualidade da sala de aula”, acrescenta Marcos Wandir.

Outros rankings

Estes resultados consolidam a Unit como uma das mais bem conceituadas instituições privadas de ensino superior do Nordeste e do Brasil. E confirmam o que já foi alcançado por outros rankings nacionais e internacionais que avaliam instituições de ensino superior. 

Para o vice-reitor Jouberto Uchôa de Mendonça Júnior, a entrada inédita da Unit nos rankings da Times Higher Education não é um fato isolado, mas a consolidação de uma trajetória de excelência. “Ao figurar no Top 5 nacional em internacionalização e se destacar como uma das raras instituições particulares no ranking de ciência interdisciplinar, a Unit reafirma a consistência já apontada pelo MEC [Ministério da Educação], RUF [Ranking Universitário Folha] e QS. Isso prova que oferecemos uma formação local com qualidade global, conectando nossos alunos às fronteiras do conhecimento e garantindo um diploma valorizado em qualquer lugar do mundo”, atesta Uchôa Júnior.

Um deles foi o RUF, publicado no mês passado pelo jornal Folha de São Paulo. Na lista, a instituição sergipana está entre as 14 melhores universidades particulares do Brasil, sendo a 2ª melhor do Nordeste, pelo segundo ano consecutivo. No ranking geral, com 204 universidades foram avaliadas, a Unit posicionou-se em 70º lugar, destacando-se com 10 cursos nos âmbitos regional e nacional. O destaque foi para os de graduação em Educação Física e de Engenharia Elétrica, que aparecem em 7º lugar entre as universidades particulares do Brasil, sendo os primeiros do Nordeste. 

Em outra lista, a do QS World University Rankings: Latin America & The Caribbean 2026, que reuniu um total de 492 instituições, a Unit ficou em 8ª lugar no número médio de citações obtidas por publicação, que estima o impacto e a qualidade do trabalho científico. E se destacou no ranking geral, figurando entre as 300 melhores universidades da América Latina e do Caribe, em um universo de mais de 490 instituições avaliadas. 

A Unit também foi destaque no SCImago IBER, uma vertente do SCImago Institutions Rankings (SIR) voltada especificamente para a Ibero-América (países de língua portuguesa e espanhola na América Latina, além de Espanha e Portugal). Levando-se em conta as instituições de ensino brasileiras (públicas e privadas) a Unit fica em 45º lugar, sendo o 9º entre as da região Nordeste. Se ranqueadas somente as privadas, a Unit ficou em 8º lugar nacional, sendo a 2ª mais bem avaliada do Nordeste. Outro destaque da Unit foi para o indicador Inovação: 6ª posição no cenário nacional, entre todas as IES brasileiras.

Evoluções coerentes

O processo de acompanhamento e de melhoramento dos rankings e indicadores de qualidade das instituições de ensino superior é uma ação estratégica que já vem sendo adotada há algum tempo pela Unit, e que passa necessariamente pelo aperfeiçoamento constante e cotidiano de seus diferenciais nas áreas de ensino, pesquisa e extensão, através de investimentos e projetos nestas áreas de atuação.

Segundo o procurador Adailton Barroso, o acompanhamento dos rankings vem mostrando uma evolução crescente e constante da Unit, o que também pode ser confirmado através das notas e resultados obtidos pela Unit e por seus cursos em outras avaliações de caráter oficial. “Se a gente for analisar esses resultados de pesquisa e associar com os indicadores que o MEC também apresenta, como as nossas notas de Enade, as nossas notas de IGC, as notas de Capes e de CPC também são representativas disso. São detalhes que se retroalimentam. E em todos esses indicadores, a Unit vem se sobressaindo, ficando sempre entre as primeiras do Nordeste, mas estando sempre ranqueada, o que já é um grande feito”, ressaltou. 

O diretor Marcos Wandir aponta que a presença da Unit nos rankings e a coerência nos dados apresentados são uma prova de consistência e maturidade institucional. “No SCImago, a Unit já se destacava em inovação e pesquisa. No QS Rankings, a força estava nas citações e impacto. No RUF (Folha) e nas notas do MEC (IGC/CPC), a excelência no ensino e a liderança regional já eram evidentes. O THE funciona como uma validação externa máxima. Enquanto o MEC avalia o cumprimento de diretrizes nacionais e o RUF compara com o mercado local, o THE e o QS confirmam que essa qualidade local tem relevância global. O bom desempenho no THE (pesquisa/internacionalização) retroalimenta os rankings nacionais (como o RUF), pois a pesquisa de ponta melhora a reputação acadêmica e a qualidade do ensino, criando um círculo virtuoso de qualidade”, analisa.

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